A Google anunciou novas funcionalidades para o Gemini, em Portugal, com destaque para a introdução da «memória persistente» nas conversas. Esta novidade permite ao assistente «aprender com interacções anteriores, adaptando respostas ao perfil e preferências de cada utilizador».
A funcionalidade ‘Memórias’, activada por defeito, faz com que o Gemini retenha informações partilhadas ao longo do tempo e possa criar interacções «mais contextuais». Segundo a empresa, o objectivo é transformar o assistente num sistema que «evolui com o utilizador, em vez de responder de forma genérica».
Segundo a Google, esta abordagem permite «simular uma relação mais contínua com o assistente». Por exemplo, após conversas sobre livros, hobbies ou projectos pessoais, o Gemini poderá usar este contexto para «gerar ideias, sugerir conteúdos ou adaptar respostas a interesses específicos».
O recurso ‘Memórias’ pode, contudo, ser desactivado nas definições da aplicação, através da opção ‘Contexto pessoal’. É igualmente possível «gerir ou eliminar dados associados ao histórico de conversas na área de actividade da aplicação», lembra a Google.
Outra novidade é a introdução de ferramentas de migração que permitem importar o histórico e preferências de outras aplicações de IA, como o ChatGPT ou o Claude. Para isso, é preciso «gerar um resumo» das nossas interacções nas outras plataformas e «importar a informação para o Gemini», que a integra no seu contexto.