PCGuia PCGuia
  • [email protected]
  • Dicas
    • Apps
    • Descomplicómetro
    • Download da semana
    • Guia completo
    • Inteligência Artificial
    • Linux
    • MacGuia
    • Modding
    • Photoshop
    • Teste de velocidade da Internet
    • Open Source
  • Notícias
    • Ambiente
    • Apps
    • Ciência
    • Curiosidades
    • Hardware
    • Inteligência Artificial
    • Internet
    • Jogos
    • Mercados
    • Mobilidade
    • Multimédia
    • Robots
    • Segurança
    • Software
    • Startup
    • Especiais
      • Especial PCGuia
      • História
      • Reportagem PC Guia
  • Reviews
    • Armazenamento
    • Áudio
    • Componentes
    • Desktops
    • Gadgets
    • Imagem
    • Mobilidade
    • Periféricos
    • Robótica
  • Opinião
    • Conceito Humanoide
    • Há Uma App Para Tudo
    • O Que Vem à Rede
    • Praia das Maçãs
    • Quinta Coluna
  • Loja Fidemo
  • Precisa de ajuda?
  • Contactos
  • Como testamos os produtos
  • Termos de utilização
  • Política de privacidade e cookies
  • Estatuto Editorial
  • Declaração de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Vencedores dos Prémios Leitor PCGuia 2025
  • Declaração de Privacidade
© 2023 - Fidemo Sociedade de Media
A ler: Puseram o Doom a correr num satélite a orbitar a Terra, só porque sim…
Font ResizerAa
PCGuia PCGuia
Font ResizerAa
Procurar
  • Dicas
  • Jogos
  • Linux
  • Notícias
  • Opinião
  • Reviews
  • Cookie Policy
© 2023 Fidemo Sociedade de Média
PCGuia > Notícias > Curiosidades > Puseram o Doom a correr num satélite a orbitar a Terra, só porque sim…
CuriosidadesNotícias

Puseram o Doom a correr num satélite a orbitar a Terra, só porque sim…

Depois de powerbanks, árvores de Natal, peças de Lego e de outros dispositivos improváveis, o Doom, um jogo cuja acção decorre fora do planeta foi executado fora do planeta.

Pedro Tróia
Publicado em 4 de Novembro, 2025
Tempo de leitura: 4 min
Doom

Depois de tantas experiências bem-sucedidas já é difícil ficar surpreendido com alguém a conseguir pôr o Doom a correr em mais um dispositivo que nunca foi concebido para essa tarefa. Tornou-se quase um cliché, mas para os modders de Doom é apenas mais uma terça-feira. Agora podemos adicionar satélites em órbita à lista de dispositivos que conseguem executar o jogo.

No ano passado, uma equipa composta por engenheiros de software e por engenheiros aeroespaciais levou o Doom ao nível seguinte, conseguindo que o jogo fosse executado num satélite a orbitar a Terra. Foi preciso pensar fora da caixa e vários ajustes, mas acabaram por fazê-lo funcionar (sem gráficos). Claro, como se aplica a regra que diz “ou há fotos ou não aconteceu”, a equipa teve de elevar a fasquia ainda mais para renderizar algumas capturas de ecrã que usavam imagens da Terra, tiradas pelo satélite, como fundos do jogo.

- Publicidade -

O engenheiro de software norueguês Ólafur Waage relatou a história recentemente na Ubuntu Summit 25.10. Waage estava a trabalhar na portabilidade do Doom de C para C++ quando Georges Labrèche, um engenheiro de operações de naves espaciais na Agência Espacial Europeia (ESA), o contactou. Labrèche questionou-se: seria possível pôr o Doom a funcionar no satélite OP-SAT da ESA, uma plataforma experimental do tamanho de uma mala a orbitar o planeta? Waage admitiu que não era um especialista em Doom, mas referiu que podia deixar passar tal oportunidade.

A nave espacial OP-SAT está o mais longe possível de uma consola de jogos, tanto figurativa como literalmente. Consiste principalmente em peças de computador normais – especificamente um Altera Cyclone 5 e um processador com dois núcleos ARM Cortex A9 – instaladas numa caixa compacta a orbitar centenas de quilómetros acima da Terra.

- Publicidade -

A plataforma OP-SAT é um laboratório aberto, o que significa que investigadores e cientistas podem alugar tempo para realizar experiências. Fazer o Doom correr foi bastante pouco ortodoxo em comparação com as aplicações altamente científicas com que o satélite costuma lidar. Exigiu paciência, engenho e um respeito saudável pelos protocolos de segurança orbital.

No início, a equipa pôs o jogo a funcionar sem gráficos para provar que o sistema a bordo conseguia realizar os cálculos. Depois veio a verdadeira dor de cabeça: conseguir mostrar gráficos reais, no modo de renderização por software, e trocar a skybox fictícia do Doom por imagens da Terra.

Produzir capturas de ecrã ou o que era essencialmente um resultado de código de máquina não foi tão simples quanto ajustá-lo para correr em hardware “alienígena”. A paleta de 256 cores do Doom não é óptima a misturar as imagens de maior fidelidade do satélite na skybox do jogo. Os engenheiros usaram um algoritmo de machine learning para ajustar as cores para que tivessem a aparência certa.

No final, conseguiram produzir algumas capturas de ecrã razoáveis, mas foi inconstante, devido à temporização da câmara do satélite que é imprevisível e incontrolável. No entanto, isto qualificou esta iniciativa como mais um marco absurdo na longa e estranha história de conversões de Doom que incluem suspeitos improváveis como robôs para cortar relva, peças de Lego, enfeites para árvores de Natal, ficheiros PDF e powerbanks.

- Publicidade -
Etiquetas:doom
Publicidade Lenovo
Ad image
Apoio
Ad image Ad image

Também lhe pode interessar

Impressora
NotíciasSoftware

Uma próxima actualização do Windows pode inutilizar as impressoras mais antigas

Tempo de leitura: 3 min
Control room with two large screens showing 'ERRO CRÍTICO' and 'FALHA DE SEGURANÇA DETETADA', red emergency lights, and a person at a console.
Inteligência ArtificialNotíciasSegurança

OpenAI e Anthropic investigam milhares de falhas de segurança em modelos de inteligência artificial

Tempo de leitura: 3 min
Windows_11
NotíciasSoftware

Microsoft explica o motivo para reiniciar o PC em vez de o desligar

Tempo de leitura: 2 min
Turbina eolicas
AmbienteCiênciaNotícias

Estudo chinês alerta para interferência de turbinas eólicas em radares costeiros

Tempo de leitura: 3 min
© 2023 Fidemo Sociedade de Media