O tão aguardado Grand Theft Auto VI promete transformar-se no maior lançamento de entretenimento da história. A um mês da chegada às consolas PlayStation 5 e Xbox Series, agendada para 19 de Novembro, os números de vendas antecipadas já impressionam a indústria. Segundo o site TechSpot, a empresa de análise de mercado Sensor Tower estima que a Rockstar já vendeu 6,45 milhões de cópias até 20 de Outubro. Este volume de pré-reservas gerou receitas a rondar os $630 milhões (cerca de 580 milhões de euros).
A preferência dos jogadores recai de forma esmagadora sobre a plataforma da Sony, que de forma oportuna apresentou comandos DualSense de edição limitada para celebrar a chegada de GTA VI. Os dados indicam que 74% das reservas pertencem à versão para a PlayStation 5, o que se traduz em 4,8 milhões de unidades vendidas. No caso da consola da Microsoft, os números fixam-se nos 1,66 milhões de cópias. As previsões mais optimistas, partilhadas pela empresa Piper Sandler, sugerem que o título pode ultrapassar a marca dos 45 milhões de unidades comercializadas logo no período de estreia.
Regresso a um estado familiar
A nova aventura desenrola-se no estado fictício de Leonida, uma recriação digital da Florida. A produtora trabalhou neste projecto durante mais de uma década para garantir uma experiência mais imersiva do que a do seu antecessor, lançado no distante ano de 2013. O jogo chega ao mercado em diferentes formatos para agradar a vários tipos de consumidores. A edição normal custa $79,99 (cerca de 74 euros), enquanto a versão Ultimate sobe para os $99,99 (cerca de 92 euros). A Rockstar disponibiliza ainda um conjunto de coleccionador premium, que curiosamente não inclui qualquer cópia do jogo, focando-se apenas em mercadoria oficial.
O impacto deste lançamento transcende as tabelas de vendas e afecta o quotidiano de várias empresas e instituições. Estúdios concorrentes ajustaram os seus calendários para evitar colocar novos títulos nas lojas na mesma janela temporal. Simultaneamente, vários jogadores preparam-se para tirar dias de férias na semana de estreia. A febre atinge níveis invulgares, com relatos de bases militares a oferecer tempo livre para jogar a nova simulação criminal em troca da renovação de contratos de alistamento.
