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ESET: primeiro trimestre de 2020 teve crescimento súbito de ataques com a COVID-19 a servir de “isco”

O relatório Q1 2020 ESET Threat Report tem ainda uma panorâmica sobre os projectos de investigação desta marca de segurança.

ESET ©Edward Jenner/Pexels.comESET ©Edward Jenner/Pexels.com

A marca de software de segurança ESET concluiu, no seu primeiro relatório de segurança de 2020 (Janeiro, Fevereiro e Março), que houve um «súbito crescimento nas campanhas de malware, usando a pandemia como isco».

«Com as alterações a nível mundial provocadas pela pandemia da COVID-19, os cibercriminosos ajustaram as suas estratégias para lucrarem com as mudanças nas vidas das pessoas e a disrupção nas empresas», diz a Roman Kováč, chief research officer da ESET.

O relatório Q1 2020 ESET Threat Report sublinha o facto de que este crescimento do número de ataques é «um dos possíveis efeitos colaterais do confinamento» e que houve dois tipos de ameaças que se destacaram.

A primeira foram os web threats (ameaças baseadas em sites) e a segunda, os stalkerware (programas que servem para vigiar os movimentos de outras pessoas). Mas também houve boas notícias: segundo a ESET, os ataques cryptominers (usar um dispositivo para “minar” criptomoedas para terceiros) caíram, em relação ao último trimestre de 2019.

Este relatório tem ainda uma panorâmica sobre os projectos de investigação da ESET, como os que descobriram novas formas de ataques feitos pelos grupos Turla e Winnti Group ou a identificação da vulnerabilidade KrØØk.

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