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PCGuia > Notícias > Inteligência Artificial > Google anuncia novos limites de utilização para o Gemini Notebook baseados na complexidade das tarefas
Inteligência ArtificialNotícias

Google anuncia novos limites de utilização para o Gemini Notebook baseados na complexidade das tarefas

A Google vai alterar a forma como mede a utilização do Gemini Notebook, substituindo os limites diários fixos por janelas de cinco horas baseadas na complexidade das tarefas de inteligência artificial.

Pedro Tróia
Publicado em 31 de Agosto, 2026
Tempo de leitura: 3 min
Gemini_Notebook
Neste artigo
  • Fim das quotas diárias fixas
  • Gestão de recursos e tendência de mercado

Os fãs dos famosos podcasts gerados por inteligência artificial do Gemini Notebook (antigo NotebookLM) da Google vão ter de se adaptar a uma nova realidade já a partir do dia 2 de Setembro. A gigante tecnológica avisou os utilizadores por correio electrónico que vai alterar a forma como mede a utilização da ferramenta e passa a aplicar limites específicos baseados no poder computacional exigido por cada pedido. Esta mudança significa que a plataforma vai deixar de contabilizar apenas o número de interacções para começar a avaliar a complexidade das instruções dadas pelo utilizador, os modelos envolvidos e a extensão das conversas.

Fim das quotas diárias fixas

Até ao momento, o sistema funcionava com base em limites diários e mensais estáticos para cada funcionalidade específica. Os utilizadores gratuitos tinham direito a cinquenta conversas e três resumos em áudio por dia, enquanto os subscritores do plano mais avançado podiam chegar às cinco mil interacções e duzentos podcasts. Este modelo separava as várias ferramentas em categorias independentes e atribuía quotas individuais para a criação de resumos em vídeo, relatórios, cartões de memória, questionários e mapas mentais. Com a nova actualização, todas estas características passam a estar englobadas num único sistema de medição de esforço computacional, o que introduz também janelas de utilização de cinco horas e um novo tecto máximo semanal para substituir a antiga barreira mensal.

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Gestão de recursos e tendência de mercado

Quando um utilizador esgotar a sua quota dentro da janela de cinco horas, terá obrigatoriamente de esperar pela abertura do próximo ciclo para continuar a trabalhar, uma mecânica muito semelhante à que já é aplicada em plataformas como o ChatGPT, o Claude e o Gemini. Para ajudar nesta transição, a gestora de produto Yesul Shin explicou num artigo oficial que o sistema vai emitir avisos quando os limites estiverem prestes a ser atingidos. Desta forma, as pessoas podem optar por adiar a geração de conteúdos mais pesados, como os resumos em áudio ou os vídeos cinematográficos, para garantir um maior controlo sobre o fluxo de trabalho. Esta alteração no Gemini Notebook reflecte uma tendência crescente entre as empresas que fornecem serviços de inteligência artificial, que começam a abandonar os planos de pedidos ilimitados ou fixos para adoptar modelos baseados no consumo real de recursos, tal como o GitHub Copilot começou a fazer em Abril deste ano.

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Etiquetas:Gemini NotebookGoogleLimites de utilizaçãoNotebookLM
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