PCGuia PCGuia
  • [email protected]
  • Dicas
    • Apps
    • Descomplicómetro
    • Download da semana
    • Guia completo
    • Inteligência Artificial
    • Linux
    • MacGuia
    • Modding
    • Photoshop
    • Teste de velocidade da Internet
    • Open Source
  • Notícias
    • Ambiente
    • Apps
    • Ciência
    • Curiosidades
    • Hardware
    • Inteligência Artificial
    • Internet
    • Jogos
    • Mercados
    • Mobilidade
    • Multimédia
    • Robots
    • Segurança
    • Software
    • Startup
    • Especiais
      • Especial PCGuia
      • História
      • Reportagem PC Guia
  • Reviews
    • Armazenamento
    • Áudio
    • Componentes
    • Desktops
    • Gadgets
    • Imagem
    • Mobilidade
    • Periféricos
    • Robótica
  • Opinião
    • Conceito Humanoide
    • Há Uma App Para Tudo
    • O Que Vem à Rede
    • Praia das Maçãs
    • Quinta Coluna
  • Loja Fidemo
  • Precisa de ajuda?
  • Contactos
  • Como testamos os produtos
  • Termos de utilização
  • Política de privacidade e cookies
  • Estatuto Editorial
  • Declaração de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Vencedores dos Prémios Leitor PCGuia 2025
  • Declaração de Privacidade
© 2023 - Fidemo Sociedade de Media
A ler: Planos da SpaceX ameaçam destruir a astronomia terrestre
Font ResizerAa
PCGuia PCGuia
Font ResizerAa
Procurar
  • Dicas
  • Jogos
  • Linux
  • Notícias
  • Opinião
  • Reviews
  • Cookie Policy
© 2023 Fidemo Sociedade de Média
PCGuia > Notícias > Ciência > Planos da SpaceX ameaçam destruir a astronomia terrestre
CiênciaNotícias

Planos da SpaceX ameaçam destruir a astronomia terrestre

Um novo estudo alerta que os planos da SpaceX para colocar um milhão de satélites em órbita podem inviabilizar a astronomia terrestre e multiplicar a poluição luminosa no céu nocturno.

Pedro Tróia
Publicado em 2 de Julho, 2026
Tempo de leitura: 4 min
Neste artigo
  • O impacto devastador nos observatórios
  • Espelhos no espaço e poluição luminosa
  • Um limite necessário para salvar o céu

A ambição desmedida de colocar um milhão de satélites em órbita pode ditar o fim da astronomia baseada em terra. Um novo estudo do Observatório Europeu do Sul (ESO) traça um cenário sombrio para o futuro da observação espacial, à medida que os céus ficam cada vez mais congestionados.

O impacto devastador nos observatórios

O investigador Olivier Hainaut simulou a posição, o movimento e o brilho das frotas de satélites actuais e propostas para quantificar os danos reais. Os números mostram que os instrumentos de pesquisa de campo largo vão sofrer consequências irreparáveis. Se os satélites forem ligeiramente mais brilhantes do que o previsto, uma câmara como a do Observatório Vera C. Rubin pode perder a maioria das suas imagens durante horas, todas as noites.

- Publicidade -

Espelhos no espaço e poluição luminosa

A situação atinge proporções ainda mais alarmantes com a proposta da Reflect Orbital para lançar satélites equipados com espelhos. Um único espelho pode arruinar uma observação sem sequer estar a apontar o seu feixe para um telescópio. Com uma frota de cerca de 50 mil espelhos no espaço, todas as imagens seriam perdidas sempre que a luz solar lhes tocasse. Esta infra-estrutura junta-se a outros projectos, como a nova infraestrutura de processamento de dados em órbita que a empresa aeroespacial estreou recentemente.

Os especialistas destacam três consequências principais desta ocupação orbital:

  • Perda de dados cruciais: As câmaras de grande angular, essenciais para mapear o cosmos, correm o risco de captar apenas rastos de luz, o que inviabiliza a descoberta de novos corpos celestes e a observação do Universo profundo.
  • Aumento drástico da poluição luminosa: O brilho do céu nocturno pode quadruplicar, o que vai esconder galáxias distantes, exoplanetas e dificultar a detecção de asteróides perigosos que se aproximam da Terra.
  • Danos ambientais e biológicos: A reflexão constante de luz afecta os ritmos circadianos da fauna terrestre, enquanto a desintegração contínua de satélites na atmosfera liberta metais e poluentes nocivos.

Um limite necessário para salvar o céu

Para mitigar o problema, Hainaut propõe limitar o número global de satélites a 100 mil, desde que nenhuma nave seja visível a olho nu a partir de um local escuro, embora admita que prefere um tecto máximo de 50 mil. O investigador descreve a órbita terrestre baixa como uma “costa celestial”, um recurso partilhado que deve fornecer conectividade ao mesmo tempo que preserva a janela da humanidade para o espaço.

As conclusões já chegaram às entidades reguladoras. O ESO, a União Astronómica Internacional e a Sociedade Astronómica Real usaram estes dados para responder aos pedidos da SpaceX e da Reflect Orbital na Comissão Federal de Comunicações dos EUA. Betty Kioko, representante do ESO, refere que a ameaça à astronomia ótica é existencial e confirma a recepção de milhares de comentários de oposição a estes projectos.

A decisão está agora nas mãos dos reguladores, que precisam de pesar a conectividade global contra a preservação de um céu nocturno que, uma vez perdido, dificilmente voltará a ser o mesmo.

- Publicidade -
Etiquetas:astronomiaSatélitesSpaceX
Publicidade Konica
Ad image
Apoio
Ad image Ad image

Também lhe pode interessar

Gemini_Windows
Inteligência ArtificialNotícias

Google altera os acessos gratuitos aos modelos de inteligência artificial Gemini

Tempo de leitura: 2 min
medicaemento
Inteligência ArtificialNotícias

Estado do Utah aprova inteligência artificial para diagnosticar e receitar tratamentos

Tempo de leitura: 3 min
©Meta | Canais WhatsApp
InternetNotíciasSegurança

WhatsApp testa bloqueio de acesso a smartphones com sistemas operativos desactualizados

Tempo de leitura: 2 min
©Razer | Wolverine V4
HardwareJogos

Razer estreia sensores capacitivos nos Wolverine V4 e anuncia um modelo Pro por 209,99 euros

Tempo de leitura: 2 min
© 2023 Fidemo Sociedade de Media