A TerraMaster acaba de anunciar a estreia global do seu mais recente NAS de quatro baías, o F4-425 Pro. Este equipamento destaca-se por integrar o TOS 7, o primeiro sistema operativo para armazenamento em rede nativo em inteligência artificial do mundo.
Uma nova era na gestão de dados
O novo F4-425 Pro deixa para trás as configurações manuais e as barreiras das linhas de comandos típicas do hardware tradicional. O sistema foi desenhado para ajudar criadores de conteúdos, utilizadores domésticos e pequenas empresas a gerir os seus ficheiros de forma intuitiva. A arquitectura central do TOS 7 foi totalmente redesenhada para oferecer as seguintes inovações:
- Comandos através de conversação com o OpenClaw AI Agent: Os utilizadores podem simplesmente pedir à máquina, por voz ou texto, para criar uma pasta partilhada de 2 TB para a equipa de design* e configurar instantâneos automáticos semanais. O assistente interpreta o pedido e conclui as tarefas de forma automática, eliminando a necessidade de memorizar comandos ou consultar manuais.
- Arquitectura de oito núcleos para um desempenho silencioso: A máquina está equipada com o processador Intel N350 de oito núcleos, com um consumo ultrabaixo de 7 W, e 16 GB de memória RAM DDR5. Esta robustez permite a execução de múltiplas tarefas em simultâneo, como a transcodificação de vídeo em 4K, a gestão de máquinas virtuais e a orquestração de contentores Docker sem qualquer atraso.
- Salvaguarda de dados com cópias de segurança proactivas: O sistema inclui protecção em tempo real contra ransomware, tecnologia WORM imutável HyperLock e uma estrutura de cópia de segurança automatizada 3-2-1-0. Ao detectar uma encriptação suspeita de ficheiros, o NAS executa uma defesa em três níveis que passa por bloquear as pastas alvo, colocar os instantâneos em quarentena e enviar alertas imediatos.
- Velocidades de transferência a atingir os 1010 MB/s: O equipamento dispõe de duas portas LAN de 5 GbE. A agregação destas ligações entrega uma velocidade dez vezes superior à norma Gigabit Ethernet, o que permite a edição directa e fluida de vídeo bruto em 4K e 8K como se fosse um disco local, acabando com as transferências demoradas de ficheiros.