PCGuia PCGuia
  • [email protected]
  • Dicas
    • Apps
    • Descomplicómetro
    • Download da semana
    • Guia completo
    • Inteligência Artificial
    • Linux
    • MacGuia
    • Modding
    • Photoshop
    • Teste de velocidade da Internet
    • Open Source
  • Notícias
    • Ambiente
    • Apps
    • Ciência
    • Curiosidades
    • Hardware
    • Inteligência Artificial
    • Internet
    • Jogos
    • Mercados
    • Mobilidade
    • Multimédia
    • Robots
    • Segurança
    • Software
    • Startup
    • Especiais
      • Especial PCGuia
      • História
      • Reportagem PC Guia
  • Reviews
    • Armazenamento
    • Áudio
    • Componentes
    • Desktops
    • Gadgets
    • Imagem
    • Mobilidade
    • Periféricos
    • Robótica
  • Opinião
    • Conceito Humanoide
    • Há Uma App Para Tudo
    • O Que Vem à Rede
    • Praia das Maçãs
    • Quinta Coluna
  • Loja Fidemo
  • Precisa de ajuda?
  • Contactos
  • Como testamos os produtos
  • Termos de utilização
  • Política de privacidade e cookies
  • Estatuto Editorial
  • Declaração de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Vencedores dos Prémios Leitor PCGuia 2025
  • Declaração de Privacidade
© 2023 - Fidemo Sociedade de Media
A ler: Regulador britânico avança com investigação oficial ao Microsoft Office
Font ResizerAa
PCGuia PCGuia
Font ResizerAa
Procurar
  • Dicas
  • Jogos
  • Linux
  • Notícias
  • Opinião
  • Reviews
  • Cookie Policy
© 2023 Fidemo Sociedade de Média
PCGuia > Notícias > Mercados > Regulador britânico avança com investigação oficial ao Microsoft Office
MercadosNotíciasSoftware

Regulador britânico avança com investigação oficial ao Microsoft Office

A Autoridade da Concorrência e Mercados do Reino Unido vai investigar a Microsoft para apurar se o agrupamento de programas como o Word, Excel e Teams prejudica o mercado.

Pedro Tróia
Publicado em 15 de Maio, 2026
Tempo de leitura: 4 min
Office
Imagem - Microsoft
Neste artigo
  • Práticas de licenciamento na nuvem sob escrutínio
  • Um histórico de investigações

A Autoridade da Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA) vai iniciar este mês uma investigação oficial para avaliar o estatuto de mercado da Microsoft. A entidade pretende analisar se a prática de agrupar o Windows, Word, Excel, Teams, Copilot e outros produtos associados ao Office prejudica a concorrência no sector do software profissional.

De acordo com uma declaração de Sarah Cardell, directora executiva da CMA, publicada pela agência Reuters, o objectivo principal passa por compreender como estes mercados se estão a desenvolver e qual a posição da gigante tecnológica norte-americana nos mesmos. A responsável indica que a entidade vai ponderar se existe a necessidade de aplicar medidas direccionadas para garantir que as empresas britânicas possam beneficiar de escolha, inovação e preços competitivos.

- Publicidade -

A directora sublinhou ainda a importância deste inquérito, ao notar que centenas de milhares de residentes e organizações no Reino Unido utilizam software profissional e produtos da Microsoft no dia a dia. A integração de ferramentas de inteligência artificial, como o Copilot, no pacote tradicional que inclui o Word e o Excel, tem levantado questões sobre a possibilidade de concorrência desleal. Ao oferecer estas inovações directamente nos seus produtos mais populares, a Microsoft pode dificultar a entrada de novos concorrentes no mercado.

Práticas de licenciamento na nuvem sob escrutínio

Além do agrupamento de aplicações, a organização vai examinar as práticas de licenciamento na nuvem da empresa. A CMA refere que o inquérito deverá estar concluído até Fevereiro do próximo ano. Nessa altura, a Microsoft poderá receber a classificação oficial de empresa com estatuto estratégico de mercado.

Esta designação não assume automaticamente a existência de infracções, mas concede à autoridade britânica uma maior margem de manobra para conduzir intervenções futuras, caso se revelem necessárias. Em resposta a esta notícia, a Microsoft já fez saber que está empenhada em trabalhar de forma rápida e construtiva com a CMA para facilitar a revisão do mercado.

- Publicidade -

O domínio da empresa de Redmond tem levado várias entidades a procurar soluções independentes. Recentemente, a título de exemplo, um consórcio europeu decidiu criar um rival directo para o Microsoft Office a partir do OnlyOffice, numa tentativa de reduzir a dependência das ferramentas norte-americanas. Da mesma forma, a comunidade de software livre tem procurado facilitar a transição, com o LibreOffice a disponibilizar manuais para ajudar os utilizadores a deixarem de usar as ferramentas da Microsoft.

Um histórico de investigações

Esta não é a primeira vez que a autoridade britânica decide investigar as movimentações da tecnológica. Em 2023, a CMA lançou um inquérito à relação da Microsoft com a OpenAI. Já em 2024, a entidade avaliou se a empresa tentou contornar o escrutínio habitual de fusões e aquisições ao recrutar funcionários de uma firma de inteligência artificial chamada Inflection, em vez de a comprar na totalidade.

Os problemas legais da tecnológica não se limitam ao continente europeu. Nos Estados Unidos, a Comissão Federal de Comércio (FTC) também abriu investigações relativas aos avultados investimentos feitos na OpenAI e ao já mencionado caso da Inflection. Resta agora aguardar pelas conclusões do regulador britânico para perceber se a forma como a Microsoft disponibiliza as suas ferramentas de produtividade vai sofrer alterações no futuro.

- Publicidade -
Etiquetas:Grã BretanhaMicrosoftOffice
Publicidade Lenovo
Ad image
Apoio
Ad image Ad image

Também lhe pode interessar

AMD_World_Labs
Inteligência ArtificialMercadosNotícias

AMD anuncia a compra da World Labs para fortalecer posição na inteligência artificial

Tempo de leitura: 3 min
©Trust | Volyx
Notícias

Volyx: este rato da Trust tem 67 gramas, três modos de ligação e autonomia até 50 horas

Tempo de leitura: 1 min
Bose_Fios
HardwareNotícias

Bose anuncia o regresso aos auriculares com fios

Tempo de leitura: 3 min
ATM
Inteligência ArtificialNotíciasSegurança

Fraude levada a cabo por inteligência artificial rouba 95 milhões de euros a banco italiano

Tempo de leitura: 3 min
© 2023 Fidemo Sociedade de Media