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A ler: Cibercrime em 2022: hackers vão apostar em deepfakes, criptomoedas e carteiras digitais
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Cibercrime em 2022: hackers vão apostar em deepfakes, criptomoedas e carteiras digitais

Ricardo Durand
Publicado em 2 de Novembro, 2021
Tempo de leitura: 1 min
©Eftakher Alam
©Eftakher Alam

As conclusões são da Check Point: a empresa anunciou as tendências de cibercrime para 2022, uma lista onde os primeiros lugares são ocupados por três temas que tem marcado 2021 – deepfakes, criptomoedas e carteiras digitais.

Contudo, há mais áreas que a Check Point identifica como especialmente perigosas no próximo ano. A empresa garante que as fakes news e as campanhas de desinformação vão «regressar em força».

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A empresa diz ainda que a «ciberguerra fria» se vai intensificar, com os ciberataques a serem «cada vez mais usados como meios para conduzir os chamados conflitos por procuração», com o objectivo de «destabilizar actividades a nível global».

Depois, a lista continua com alguns avisos sobre mais ameaças preponderantes para 2022: fugas de dados em maior escala e com maior custo, aproveitamento das vulnerabilidades dos micro-serviços na cloud e ataques às cadeias de abastecimento e empresas, com pedidos de resgate (ransomware).

Todas as previsões da Check Point sobre as tendências de cibercrime em 2022 podem ser lidas aqui, em inglês.

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Etiquetas:ataquesCheck PointcibercrimeHackers
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