PCGuia PCGuia
  • [email protected]
  • Dicas
    • Apps
    • Descomplicómetro
    • Download da semana
    • Guia completo
    • Inteligência Artificial
    • Linux
    • MacGuia
    • Modding
    • Photoshop
    • Teste de velocidade da Internet
    • Open Source
  • Notícias
    • Ambiente
    • Apps
    • Ciência
    • Curiosidades
    • Hardware
    • Inteligência Artificial
    • Internet
    • Jogos
    • Mercados
    • Mobilidade
    • Multimédia
    • Robots
    • Segurança
    • Software
    • Startup
    • Especiais
      • Especial PCGuia
      • História
      • Reportagem PC Guia
  • Reviews
    • Armazenamento
    • Áudio
    • Componentes
    • Desktops
    • Gadgets
    • Imagem
    • Mobilidade
    • Periféricos
    • Robótica
  • Opinião
    • Conceito Humanoide
    • Há Uma App Para Tudo
    • O Que Vem à Rede
    • Praia das Maçãs
    • Quinta Coluna
  • Loja Fidemo
  • Precisa de ajuda?
  • Contactos
  • Como testamos os produtos
  • Termos de utilização
  • Política de privacidade e cookies
  • Estatuto Editorial
  • Declaração de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Vencedores dos Prémios Leitor PCGuia 2025
  • Declaração de Privacidade
© 2023 - Fidemo Sociedade de Media
A ler: Organizações de diversos países pedem à ANACOM que defenda a neutralidade da Internet
Font ResizerAa
PCGuia PCGuia
Font ResizerAa
Procurar
  • Dicas
  • Jogos
  • Linux
  • Notícias
  • Opinião
  • Reviews
  • Cookie Policy
© 2023 Fidemo Sociedade de Média
PCGuia > Notícias > Internet > Organizações de diversos países pedem à ANACOM que defenda a neutralidade da Internet
InternetMobilidadeNotícias

Organizações de diversos países pedem à ANACOM que defenda a neutralidade da Internet

Luis Vedor
Publicado em 23 de Abril, 2018
Tempo de leitura: 4 min
Associação D3 Defesa dos Direitos Digitais
Associação D3 Defesa dos Direitos Digitais

Um documento enviado à ANACOM por um grupo de 13 organizações, que inclui a Associação D3 – Defesa dos Direitos Digitais, epicenter.works, Capítulo Português da Internet Society e a European Digital Rights (EDRi), refere que «as práticas de zero-rating em Portugal são das piores da Europa e que isso se reflecte negativamente nos serviços de acesso a Internet móvel que são disponibilizados aos portugueses».

As organizações signatárias pedem à ANACOM «que defenda a neutralidade da Internet e imponha as regras europeias que garantem aos cidadãos uma Internet livre e aberta».

- Publicidade -

«Portugal tem as piores violações da neutralidade da Internet que alguma vez vimos na Europa. É difícil imaginar como poderia um regulador independente achar que tais práticas não vão contra a lei europeia», disse Thomas Lohninger, Director Executivo da epicenter.works. «Nesta queixa apresentamos evidências legais e económicas de que, seguindo os vários critérios das regras europeias, essas ofertas deveriam ser proibidas», acrescentou.

A legislação da União Europeia para a Neutralidade da Internet entrou em vigor em Abril de 2016. Ainda a nível europeu, o BEREC (Body of European Regulators for Electronic Communications) emitiu directrizes para clarificar alguns aspectos.

Mas apesar destas directrizes, a «violação da neutralidade da Internet tem estado em crescendo nos últimos tempos, nomeadamente devido às ofertas de zero-rating, nos tarifários de Internet móvel. Estas ofertas tornam a utilização de algumas aplicações mais cara que outras. Até agora, nenhum regulador europeu tinha decidido intervir contra estas ofertas, apesar de ter autoridade para o fazer».

- Publicidade -

A 28 de Fevereiro de 2018, a ANACOM publicou o seu “Sentido provável de decisão”, considerando «existirem ofertas da MEO, NOS e Vodafone que violam as regras da neutralidade da rede e dando 40 dias úteis a estas operadoras para alterarem as ofertas».

Ao mesmo tempo, foi aberto um processo de consulta pública e 13 organizações de vários países entregaram uma participação conjunta em que «apresentam evidências estatísticas, com base em dados da Comissão Europeia, de como o zero-rating tem um efeito negativo no preço do serviço de acesso à Internet».

«Em geral, os preços dos volumes de dados na Europa caíram 8% entre 2015 e 2016, excepto nos mercados em que são oferecidos produtos com zero-rating. Nesses mercados, o preço subiu 2%», disse Thomas Lohninger.

Eduardo Santos, Presidente da Associação D3 – Defesa dos Direitos Digitais, considera que o zero-rating «prejudica todos os consumidores e está a fazer com que Portugal esteja na cauda da Europa em termos de preço e disponibilidade de volume de dados móveis». Sobre a decisão da ANACOM, esta «peca por tardia, e podia ir mais longe, sendo precisamente esse um dos aspectos em que se foca a nossa participação».

Acrescentou ainda que «é incompreensível como, dois anos depois, Governo e Assembleia da República ainda não alteraram a legislação de forma a permitir à ANACOM punir estas violações por parte dos prestadores de serviço. Até que isso aconteça, todas as violações da neutralidade da Internet em Portugal vão continuar a sair impunes, e o nosso país continuará a figurar como referência a nível internacional em violações de neutralidade da rede».

Via Associação D3 – Defesa dos Direitos Digitais, epicenter.works.

- Publicidade -
Etiquetas:anacomAssociação D3 - Defesa dos Direitos DigitaisCapítulo Português da Internet Societyepicenter.worksMeonosuropean Digital RightsVodafone
Publicidade Lenovo
Ad image
Apoio
Ad image Ad image

Também lhe pode interessar

©Honor | Magic V6
MobilidadeNotícias

Magic V6 chega a Portugal e entra em pré-venda por 2299 euros; numa primeira fase, vai ser um exclusivo da Meo

Tempo de leitura: 3 min
ONU
Inteligência ArtificialNotíciasSegurança

Agentes autónomos da OpenAI contornam restrições do site da ONU

Tempo de leitura: 2 min
InovaçãoNotícias

Unicorn Factory Lisboa anuncia programa para encontrar soluções de prevenção em saúde

Tempo de leitura: 2 min
PR_thermal_grizzly_wireview_pro_II_noctua_edition
HardwareNotícias

Thermal Grizzly e Noctua apresentam o monitor de GPU WireView Pro II

Tempo de leitura: 2 min
© 2023 Fidemo Sociedade de Media