Depois dos relógios inteligentes, o mercado dos wearables começa a olhar para um formato mais discreto. Popularizadas pela Whoop (a que se seguiu a Fitbit Air), as pulseiras inteligentes sem ecrã privilegiam a recolha contínua de dados de saúde e recuperação, deixando toda a informação para consulta na aplicação móvel. É precisamente neste segmento que a Garmin acaba de entrar com a Cirqa.
A primeira pulseira inteligente sem ecrã da Garmin (custa 199 euros) foi concebida para monitorizar a actividade física e indicadores de saúde «sem as distracções de um smartwatch», sublinha a marca. Com autonomia «até dez dias», todos os dados são sincronizados com a aplicação Garmin Connect, sem «necessidade de qualquer subscrição», algo a que a Whoop obriga.
A Cirqa tem uma banda em tecido e pode ser usada «tanto no pulso», como na «parte superior do braço»; este modelo «detecta automaticamente diferentes exercícios» e «aprende com as correcções feitas pelo utilizador para melhorar a precisão das futuras classificações».
Ao longo do dia e da noite, a pulseira monitoriza métricas como «frequência cardíaca, Body Battery, níveis de stress, temperatura da pele, oxigenação do sangue, qualidade do sono e recuperação». A Cirqa vem, ainda, com funcionalidades dedicadas à saúde feminina, como acompanhamento do «ciclo menstrual e da gravidez».
No campo do desporto, é compatível com «mais de oitenta modalidades» e controla métricas como «VO2 máximo, estado de treino, variabilidade da frequência cardíaca, tempo de recuperação e benefício do exercício». Quando está ligada a um smartphone, pode ainda recorrer ao GPS para «registar percursos ao ar livre e utilizar a funcionalidade LiveTrack para partilhar a localização em tempo real».
