A LG apresentou a sua estratégia para o mercado de televisores num evento em Lisboa, o Atmosphere, em que os responsáveis da marca caracterizaram a evolução do sector e a aposta da marca sul coreana.
Em Portugal, o mercado «mantém-se estável em valor, mas com uma mudança de paradigma»: segundo a LG, os consumidores dão «cada vez mais privilégio à qualidade, durabilidade e experiência». Esta tendência está a «impulsionar a procura por tecnologias como OLED e soluções baseadas em IA, bem como por televisores de grandes dimensões».
A realização do Mundial de Futebol em 2026 surge também como um factor adicional que «deverá reforçar a procura, sobretudo nos modelos de maior formato», disse Hugo Botelho, especialista de produto da LG Portugal. O mesmo responsável destacou ainda a posição da marca mercado nacional, onde «lidera há nove anos consecutivos, com presença forte nos segmentos premium e nos ecrãs acima das 75 polegadas».
Para 2026, a estratégia passa por «reforçar a inovação e democratizar o acesso a tecnologias avançadas»; não é, contudo, o exemplo da OLED T, uma televisão de 77 polegadas com um ecrã que se pode tornar transparente, cujo preço é de cinquenta mil euros. Mais em conta serão as OLED W6 (na faixa dos quatro mil euros), modelos com «um design ultrafino, pensados para instalação na parede».
Já a gama QNED evo Mini LED (com preços, nos modelos mais pequenos, a rondar os mil euros) acompanha a «tendência de crescimento dos ecrãs de grande dimensão», com modelos até 115 polegadas e tecnologias que «melhoram contraste e cor».