PCGuia PCGuia
  • [email protected]
  • Dicas
    • Apps
    • Descomplicómetro
    • Download da semana
    • Guia completo
    • Inteligência Artificial
    • Linux
    • MacGuia
    • Modding
    • Photoshop
    • Teste de velocidade da Internet
    • Open Source
  • Notícias
    • Ambiente
    • Apps
    • Ciência
    • Curiosidades
    • Hardware
    • Inteligência Artificial
    • Internet
    • Jogos
    • Mercados
    • Mobilidade
    • Multimédia
    • Robots
    • Segurança
    • Software
    • Startup
    • Especiais
      • Especial PCGuia
      • História
      • Reportagem PC Guia
  • Reviews
    • Armazenamento
    • Áudio
    • Componentes
    • Desktops
    • Gadgets
    • Imagem
    • Mobilidade
    • Periféricos
    • Robótica
  • Opinião
    • Conceito Humanoide
    • Há Uma App Para Tudo
    • O Que Vem à Rede
    • Praia das Maçãs
    • Quinta Coluna
  • Loja Fidemo
  • Precisa de ajuda?
  • Contactos
  • Como testamos os produtos
  • Termos de utilização
  • Política de privacidade e cookies
  • Estatuto Editorial
  • Declaração de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Vencedores dos Prémios Leitor PCGuia 2025
  • Declaração de Privacidade
© 2023 - Fidemo Sociedade de Media
A ler: AMD quer colocar um PC extra na sua secretária para executar tarefas de Inteligência Artificial
Font ResizerAa
PCGuia PCGuia
Font ResizerAa
Procurar
  • Dicas
  • Jogos
  • Linux
  • Notícias
  • Opinião
  • Reviews
  • Cookie Policy
© 2023 Fidemo Sociedade de Média
PCGuia > Notícias > Inteligência Artificial > AMD quer colocar um PC extra na sua secretária para executar tarefas de Inteligência Artificial
Inteligência ArtificialNotícias

AMD quer colocar um PC extra na sua secretária para executar tarefas de Inteligência Artificial

A AMD quer mudar a forma como interagimos com a Inteligência Artificial ao propor a compra de um computador secundário dedicado em exclusivo a gerir agentes virtuais locais.

Pedro Tróia
Publicado em 16 de Março, 2026
Tempo de leitura: 6 min
AMD Agent PC
Imagem - AMD
Neste artigo
  • A arquitectura por trás do processamento local
  • RyzenClaw e a aposta na memória unificada
  • RadeonClaw foca-se na velocidade
  • O peso na carteira e a complexidade de instalação

A fabricante norte-americana AMD apresentou uma nova visão para o futuro da Inteligência Artificial pessoal. A ideia passa por incentivar os utilizadores a comprar uma segunda máquina, dedicada em exclusivo a executar tarefas de IA de forma contínua. Este conceito, baptizado “Computador Agente”, procura afastar a dependência da nuvem e garantir que os dados privados permanecem no ambiente local, sob o controlo total das empresas e dos consumidores. A marca defende que este equipamento secundário deve estar sempre ligado, pronto a receber ordens através de plataformas de comunicação diária, como o WhatsApp ou o Slack. A premissa é simples, mas ambiciosa, pois a AMD quer que deixemos de operar o computador de forma tradicional para passarmos a delegar funções a assistentes virtuais.

A arquitectura por trás do processamento local

Para materializar esta estratégia, a AMD publicou um guia detalhado que explica como configurar a plataforma OpenClaw no Windows. A empresa criou dois caminhos de hardware distintos, denominados “RyzenClaw” e “RadeonClaw”. O ambiente de software assenta no WSL2, com o LM Studio a assumir a inferência local através do llama.cpp, sem qualquer necessidade de ligação a servidores externos. A configuração demora menos de uma hora a ficar pronta, um aspecto optimizado para atrair programadores e entusiastas que pretendem experimentar agentes pessoais. O OpenClaw pode ligar-se a serviços como o Gmail ou o Spotify para trabalhar de forma independente, com a possibilidade de operar num modo isolado para garantir uma segurança reforçada.

- Publicidade -

RyzenClaw e a aposta na memória unificada

AMD Ryzenclaw

A vertente RyzenClaw baseia-se num sistema equipado com o processador Ryzen AI Max+ e integra uns impressionantes 128 GB de memória unificada. A fabricante recomenda reservar 96 GB desta capacidade como memória gráfica variável, um espaço fundamental para os algoritmos operarem. Ao testar o modelo Qwen 3.5 35B A3B, esta configuração consegue processar cerca de 45 tokens por segundo e despacha 10 mil tokens de entrada em aproximadamente 19,5 segundos. O grande trunfo é a janela de contexto de 260 mil tokens e a capacidade de manter até seis agentes a funcionar em simultâneo. Esta enorme capacidade de memória dá à AMD uma vantagem teórica sobre alternativas populares como o Mac Mini da Apple, que actualmente está limitado a 64 GB de RAM, tornando o processador da AMD numa escolha superior para este tipo de exigência.

RadeonClaw foca-se na velocidade

AMD RadeonClaw

Por outro lado, a abordagem RadeonClaw junta o OpenClaw à placa gráfica Radeon AI PRO R9700, que inclui 32 GB de VRAM. Esta opção é substancialmente mais rápida. Com o mesmo modelo Qwen, atinge os 120 tokens por segundo e processa os mesmos 10 mil tokens em apenas 4,4 segundos. O compromisso reflecte-se numa janela de contexto menor, de 190 mil tokens, e no suporte para apenas dois agentes em simultâneo, em contraste com os seis permitidos pela via Ryzen. Curiosamente, a R9700 difere das tradicionais placas de estação de trabalho, uma vez que permite overclock e utiliza correcção de erros baseada em software apenas em sistemas Linux, o que a afasta ligeiramente do segmento estritamente profissional, apesar de manter um desempenho formidável.

O peso na carteira e a complexidade de instalação

Apesar das vantagens óbvias em termos de privacidade e da ausência de limites de utilização, o custo de entrada é um obstáculo considerável. A rota RyzenClaw aponta para sistemas como o Framework Desktop, cujo preço base ronda os 2700 dólares, sem sequer contabilizar o armazenamento. Já o caminho RadeonClaw exige a compra da placa R9700, que custa cerca de 1299 dólares por si só. Num momento em que a consultora IDC revê em baixa as previsões para o mercado de computadores e os preços dos componentes continuam a subir de forma acentuada, convencer o consumidor comum a investir milhares de euros numa máquina secundária parece uma tarefa hercúlea. A inflação e o custo de vida levam a que a maioria das pessoas prefira utilizar as ferramentas gratuitas disponíveis na nuvem.

- Publicidade -

A AMD argumenta que um computador pessoal serve para correr aplicações, enquanto um Computador Agente serve para gerir agentes que operam essas mesmas aplicações por nós. A ideia de delegar tarefas a uma máquina dedicada, que podemos desligar da corrente ou formatar a qualquer momento, oferece uma paz de espírito que a nuvem nunca conseguirá igualar. Contudo, a extensão e complexidade do guia de instalação do OpenClaw mostram que esta tecnologia ainda está numa fase embrionária. Para já, o conceito de PC Agente permanece um luxo destinado a programadores e adoptantes iniciais com orçamento disponível. Para o utilizador comum, explorar o OpenClaw através de um modesto e económico Raspberry Pi, ou simplesmente aguardar que a tecnologia fique mais acessível e aperfeiçoada, poderá ser a decisão mais sensata a tomar a curto prazo.

- Publicidade -
Etiquetas:Agente IAAMDComputadores Agêntico
Publicidade Lenovo
Ad image
Apoio
Ad image Ad image

Também lhe pode interessar

System status HUD with green text: FPS 80, GPU utilization 99%, GPU temp 64°C, CPU utilization 13%, CPU temp 58°C; model OVR statuses: Inactive/Preset K/N/A (status overlay)
NotíciasSoftware

Nvidia mostra temperatura e consumo do processador quando se usa sobreposição de dados no ecrã

Tempo de leitura: 4 min
Gemini_Windows
Inteligência ArtificialNotícias

Google lança aplicação nativa do Gemini para computadores Windows

Tempo de leitura: 3 min
Apple-iPhone-Duo-colors-260909
MercadosMobilidadeNotícias

Apple pode conquistar 25% do mercado dos dobráveis com o iPhone Duo

Tempo de leitura: 3 min
Edge
NotíciasSegurançaSoftware

Microsoft está a usar IA para avaliar extensões para o browser Edge geradas por IA

Tempo de leitura: 3 min
© 2023 Fidemo Sociedade de Media