Estudo Oracle: maioria das pessoas faria mudanças de vida com base nas recomendações de uma inteligência artificial

Entre as conclusões, está uma que não deixa margem para dúvidas: 85% dos inquiridos «gostariam que a tecnologia as ajudasse a definir o seu futuro».
©Lyman Hansel Gerona
©Lyman Hansel Gerona

Segundo um estudo feito pela Oracle (uma empresa de software de gestão e serviços na cloud) e pela Workplace Intelligence (uma consultora de RH), há uma grande tendência para que as pessoas confiem na tecnologia para mudar de vida.

As duas empresas fizeram várias perguntas sobre esta realidade a «mais de 14 600 funcionários, gestores, directores de recursos humanos e executivos de alto nível de treze países – a principal conclusão foi a de que há um desejo por «adquirir novas competências» e «recorrer à tecnologia para obter ajuda».

Entre as várias conclusões, está uma que não deixa margem para dúvidas: 85% dos inquiridos «gostariam que a tecnologia as ajudasse a definir o seu futuro». Outra das mais “sonantes” tem que ver com um dos temas mais recorrentes do universo tecnológico, a IA.

Para 75% das pessoas, faria todo o sentido fazer mudanças de vida com «base nas recomendações de uma inteligência artificial», com um número ainda maior (82%) a acreditar que a IA pode dar um apoio maior às suas carreiras profissionais que… um ser humano, ou seja, um responsável físico de RH, por exemplo.

Das pessoas que confiariam mais numa IA que numa pessoa para dar dicas profissionais, 37% acha que esta tecnologia podia dar «recomendações imparciais», 33% é da opinião que este recurso pode dar «resposta rápida a perguntas sobre a carreira» e 32% acredita que seria possível «encontrar novos trabalhos que se ajustem às suas competências actuais».

Finalmente, uma das outras conclusões fortes do estudo da Oracle e da Workplace Intelligence é sobre um factor de incentivo: 55% «preferem ficar numa empresa que possua tecnologias avançadas como a inteligência artificial para apoiar o crescimento profissional».

A Oracle tem abordado esta questão em vários estudos que tem publicado nos últimos anos, também em parceria com a Workplace Intelligence; para conhecer todas as conclusões deste, o mais recente, pode ler o estudo completo aqui.