PCGuia PCGuia
  • [email protected]
  • Dicas
    • Apps
    • Descomplicómetro
    • Download da semana
    • Guia completo
    • Inteligência Artificial
    • Linux
    • MacGuia
    • Modding
    • Photoshop
    • Teste de velocidade da Internet
    • Open Source
  • Notícias
    • Ambiente
    • Apps
    • Ciência
    • Curiosidades
    • Hardware
    • Inteligência Artificial
    • Internet
    • Jogos
    • Mercados
    • Mobilidade
    • Multimédia
    • Robots
    • Segurança
    • Software
    • Startup
    • Especiais
      • Especial PCGuia
      • História
      • Reportagem PC Guia
  • Reviews
    • Armazenamento
    • Áudio
    • Componentes
    • Desktops
    • Gadgets
    • Imagem
    • Mobilidade
    • Periféricos
    • Robótica
  • Opinião
    • Conceito Humanoide
    • Há Uma App Para Tudo
    • O Que Vem à Rede
    • Praia das Maçãs
    • Quinta Coluna
  • Loja Fidemo
  • Precisa de ajuda?
  • Contactos
  • Como testamos os produtos
  • Termos de utilização
  • Política de privacidade e cookies
  • Estatuto Editorial
  • Declaração de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Vencedores dos Prémios Leitor PCGuia 2025
  • Declaração de Privacidade
© 2023 - Fidemo Sociedade de Media
A ler: Vem aí o tempo quente
Font ResizerAa
PCGuia PCGuia
Font ResizerAa
Procurar
  • Dicas
  • Jogos
  • Linux
  • Notícias
  • Opinião
  • Reviews
  • Cookie Policy
© 2023 Fidemo Sociedade de Média
PCGuia > Opinião > Conceito Humanoide > Vem aí o tempo quente
Conceito HumanoideOpinião

Vem aí o tempo quente

André Gonçalves
Publicado em 1 de Janeiro, 2022
Tempo de leitura: 3 min
Markus Spiske/Unsplash

No momento em que o aquecimento global demonstra claramente o seu brutal impacto em milhões de pessoas e animais (afectados por cheias, fogos e vagas de calor) os compromissos atingidos na conferência sobre as mudanças climáticas das Nações Unidas ficaram marcados pela frieza de umas poucas intenções.

Apesar de anunciarem que mantêm viva a ideia de garantir o controlo do aumento da temperatura global num máximo 1,5 graus até 2100, na prática, os compromissos assumidos não chegam para assegurar uma subida inferior a 3 graus. Estas convenções de “boas” intenções não têm efeitos práticos, pois os poucos compromissos assinados há doze anos em Copenhaga ainda não têm força de lei nos países que os assinaram. E a conta do apoio à sustentabilidade dos países mais desfavorecidos, assinada há seis anos em Paris, ainda está em grande parte por pagar.

- Publicidade -

Esta é a maior injustiça deste processo, onde países como Tuvalu, Antígua e Barbuda são os que enfrentam os piores impactos das alterações climáticas, apesar de terem uma baixa industrialização e pegada carbónica. Os países que, nas últimas décadas, enriqueceram às custas da degradação ambiental dentro e fora dos seus territórios, são também aqueles que menos se disponibilizam a apoiar os países em desenvolvimento, para que façam uma passagem directa no uso de tecnologias energéticas sustentáveis.

Definir 2070 como meta de neutralidade carbónica é o equivalente a dormir uma sesta para recuperar forças e, assim, conseguir reparar os buracos no casco de um barco em que todos estamos. Deixar de pedir emprestado ao planeta não é o mesmo que pagar o que devemos.

Continuamos a acreditar que o planeta é de todos, mas não nos limitamos a consumir a parte que nos pertence e muito menos equacionamos repor o que lhe tiramos. Este pensamento está de tal forma enraizado na cultura dos países industrializados, que não nos apercebemos de que já passámos o ponto de ruptura e só nos resta tentar minimizar as consequências da nossa ganância e ingenuidade.

- Publicidade -
- Publicidade -
Etiquetas:Alterações ClimáticasAquecimento globalOpiniãoSustentatbilidade
Publicidade Lenovo
Ad image
Apoio
Ad image Ad image

Também lhe pode interessar

Há Uma App Para TudoOpinião

O roubo da inteligência

Tempo de leitura: 2 min
OpiniãoQuinta Coluna

O regresso do Chat Control e a vitória da encriptação

Tempo de leitura: 2 min
Person in the foreground uses a tablet as a blue holographic globe and digital network graphics glow in the background. This conveys a futuristic data visualization scene.
O Que Vem à RedeOpinião

Competências artificiais

Tempo de leitura: 3 min
Hacker
OpiniãoPraia das Maçãs

Nossa Senhora das Dores Digitais

Tempo de leitura: 3 min
© 2023 Fidemo Sociedade de Media