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PCGuia > Jogos > Análises > Monster Hunter World: Iceborne
AnálisesJogos

Monster Hunter World: Iceborne

Pedro Tróia
Publicado em 4 de Fevereiro, 2020
Tempo de leitura: 4 min

Iceborne é o primeiro DLC de “grande porte” para Monster Hunter World. Para quem não conhece, esta expansão já tinha sido lançada para consolas no final do ano passado, mas só agora é que chegou ao PC. Iceborne pode parecer apenas uma forma de acrescentar mais armas, funcionalidade e alguns monstros à fauna que vive dentro de Monster Hunter World. No fundo, a mecânica de jogo é a mesma do jogo original, mas, no entanto, é muito mais que apenas isso.

Em Iceborne o jogador é um caçador de elite que vai para uma terra estranha, com o objectivo de a explorar e matar as estranhas formas de vida que a habitam, usando as armas e armadilhas que estão à sua disposição. Tal como em Monster Hunter World, tudo isto pode ser feita a solo ou como parte de uma equipa.

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Depois de começar a jogar, depressa se percebe que se trata mais de uma continuação de Monster Hunter World que apenas algum conteúdo extra. É adicionada mais história e uma gigantesca nova área para explorar, bem com uma mecânica de jogo que, de certeza, vai agradar aos que jogam há algum tempo porque lhes dá novos desafios.

A maior alteração é a introdução de uma série de missões clássicas ‘G-Rank’, agora denominadas ‘Master Missions’, mas que são essencialmente as mesmas. Na série de jogos Monster Hunter, a dificuldade das missões é separada em três níveis: Low Rank, High Rank e G-Rank. Em Monster Hunter World não existiam as missões G-Rank. Até agora.

As missões Master Rank estão disponíveis depois de completar a missão principal em Monster Hunter World. Assim que isso acontecer poderá viajar para as novas áreas.

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Iceborne brilha verdadeiramente se usar um PC. Existe um modo 4K que não tem limitação de frames por segundo e inclui texturas de alta resolução, assim como compatibilidade com ecrãs ultra wide (21:9). Se tiver uma máquina de jogos a sério pode tirar partido de tudo isto – e posso dizer que deixa a versão para consola a milhas. A única coisa que lhe falta para ser quase perfeito graficamente é ser compatível com tecnologia ray trace.

No que respeita ao jogo, em si, foram feitas algumas alterações de monta, como a que foi aplicada ao hub, onde agora é mais fácil de navegar. O Gathering Hall of Seliana, local onde são geridos os recursos dos jogadores, também foi melhorado.

A mecânica básica de Monster Hunter World sofreu poucas alterações em Iceborne: caçamos um monstro e obtemos armas/armaduras mais poderosas que as anteriores. No entanto, se já jogou bastante e tem coisas vindas do original, depressa vai começar a desfazer-se dele para obter o novo material disponível em Iceborne.
O único aspecto menos positivo de Iceborne é o facto de o aumento nível de dificuldade não ser constante e de ter algumas situações em que os nossos adversários são um pouco mais complicados de despachar que seria de esperar, o que pode causar alguma frustração.


Editora: Capcom

Distribuidora: Ecoplay

Site: monsterhunter.com

Disponível para: Windows, Xbox One, Playstation

Preço: €59,99 (Xbox, PS4), €39,99 (PC Windows)


Selo PCGuia Excelência

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Etiquetas:capcomEcoplayjogoMonster Hunter WorldMonster Hunter World: IceborneMonstrosPlayStationWindowsXbox One
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