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Monster Hunter World: Iceborne

A expansão para Monster Hunter World traz novos monstros e paisagens espectaculares.

Classificação

Gráficos9
Som9
Jogabilidade9
Longevidade10

Gostámos

  • Novos monstros
  • Facilmente acessível

A rever

  • O nível de dificuldade é um pouco imprevisível

Ponto final

9.3 Iceborne mostra como se fazem expansões para jogos, que já de si são bons. Não desvirtua o original e percebe-se que acrescenta valor ao conteúdo que já existe. Recomendo.

Iceborne é o primeiro DLC de “grande porte” para Monster Hunter World. Para quem não conhece, esta expansão já tinha sido lançada para consolas no final do ano passado, mas só agora é que chegou ao PC. Iceborne pode parecer apenas uma forma de acrescentar mais armas, funcionalidade e alguns monstros à fauna que vive dentro de Monster Hunter World. No fundo, a mecânica de jogo é a mesma do jogo original, mas, no entanto, é muito mais que apenas isso.

Em Iceborne o jogador é um caçador de elite que vai para uma terra estranha, com o objectivo de a explorar e matar as estranhas formas de vida que a habitam, usando as armas e armadilhas que estão à sua disposição. Tal como em Monster Hunter World, tudo isto pode ser feita a solo ou como parte de uma equipa.

Depois de começar a jogar, depressa se percebe que se trata mais de uma continuação de Monster Hunter World que apenas algum conteúdo extra. É adicionada mais história e uma gigantesca nova área para explorar, bem com uma mecânica de jogo que, de certeza, vai agradar aos que jogam há algum tempo porque lhes dá novos desafios.

A maior alteração é a introdução de uma série de missões clássicas ‘G-Rank’, agora denominadas ‘Master Missions’, mas que são essencialmente as mesmas. Na série de jogos Monster Hunter, a dificuldade das missões é separada em três níveis: Low Rank, High Rank e G-Rank. Em Monster Hunter World não existiam as missões G-Rank. Até agora.

As missões Master Rank estão disponíveis depois de completar a missão principal em Monster Hunter World. Assim que isso acontecer poderá viajar para as novas áreas.

Iceborne brilha verdadeiramente se usar um PC. Existe um modo 4K que não tem limitação de frames por segundo e inclui texturas de alta resolução, assim como compatibilidade com ecrãs ultra wide (21:9). Se tiver uma máquina de jogos a sério pode tirar partido de tudo isto – e posso dizer que deixa a versão para consola a milhas. A única coisa que lhe falta para ser quase perfeito graficamente é ser compatível com tecnologia ray trace.

No que respeita ao jogo, em si, foram feitas algumas alterações de monta, como a que foi aplicada ao hub, onde agora é mais fácil de navegar. O Gathering Hall of Seliana, local onde são geridos os recursos dos jogadores, também foi melhorado.

A mecânica básica de Monster Hunter World sofreu poucas alterações em Iceborne: caçamos um monstro e obtemos armas/armaduras mais poderosas que as anteriores. No entanto, se já jogou bastante e tem coisas vindas do original, depressa vai começar a desfazer-se dele para obter o novo material disponível em Iceborne.
O único aspecto menos positivo de Iceborne é o facto de o aumento nível de dificuldade não ser constante e de ter algumas situações em que os nossos adversários são um pouco mais complicados de despachar que seria de esperar, o que pode causar alguma frustração.


Editora: Capcom

Distribuidora: Ecoplay

Site: monsterhunter.com

Disponível para: Windows, Xbox One, Playstation

Preço: €59,99 (Xbox, PS4), €39,99 (PC Windows)


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