O mercado português de equipamentos recondicionados está a crescer, mas continua aquém do seu potencial. Três estudos publicados entre 2025 e 2026, da DECO PROteste, do Observador Cetelem e da Fraunhofer Austria, traçam um retrato consistente: a intenção de compra aumenta, mas a confiança continua a ser o principal fator de decisão.
Um inquérito da DECO PROteste, publicado em janeiro de 2026, revela que apenas 38% dos portugueses afirma já ter comprado um equipamento recondicionado e que 12% nunca ouviu falar desta categoria. Ainda assim, entre quem compra, a avaliação é maioritariamente positiva, o que indica que a barreira não está na experiência, mas na decisão inicial.
O estudo do Observador Cetelem, divulgado em março de 2026, aprofunda esta leitura: 53% dos consumidores só considera a compra atrativa com um desconto mínimo de 30% face ao novo, enquanto 34% aponta a confiança na qualidade e durabilidade como principal obstáculo. Ao mesmo tempo, 60% prefere comprar em lojas especializadas, valorizando proximidade, suporte e segurança no pós-venda.
Já a Fraunhofer Austria identifica o potencial ainda por desbloquear: existem cerca de 16,2 milhões de smartphones guardados nas gavetas dos portugueses, dos quais 5,1 milhões estão em condições ideais para recondicionamento. Portugal surge, aliás, como um dos países europeus com maior volume de equipamentos inativos per capita.
Em 2025, a iServices ultrapassou os 150 mil equipamentos recondicionados, sustentando a sua operação num processo técnico estruturado e verificável. Cada equipamento é sujeito a testes funcionais, validação de componentes críticos e classificação transparente do seu estado, permitindo ao consumidor saber exatamente o que está a comprar.
A principal resposta à desconfiança do consumidor está, no entanto, no pós-venda. Todos os equipamentos recondicionados da iServices incluem 3 anos de garantia, aproximando a experiência da de um equipamento novo e reduzindo o risco percebido na decisão de compra. A confiança é também suportada pela avaliação dos próprios clientes: com cerca de 90 mil avaliações no Trustpilot, a empresa regista uma classificação média de 4,8 em 5, uma das mais elevadas do setor em Portugal.
Em paralelo, a iServices atua sobre outro bloqueio identificado no mercado, a subutilização de equipamentos existentes. Através do seu programa de retomas, permite aos consumidores entregar dispositivos antigos e obter valorização imediata, facilitando o acesso a equipamentos recondicionados e reforçando o ciclo de reutilização.
“Os equipamentos recondicionados deixaram de ser uma alternativa de nicho. Hoje são, sobretudo, uma decisão racional, económica e ambientalmente responsável. Mas só serão uma escolha massificada quando os consumidores confiarem no produto, no processo e em quem o vende. E a confiança constrói-se com provas. Na iServices, damos 3 anos de garantia em todos os equipamentos recondicionados, precisamente para que o consumidor saiba que pode comprar com segurança e previsibilidade. É assim que esta categoria passa de alternativa para escolha principal.”, afirma Bruno Borges, CEO da iServices.
Num mercado onde a intenção existe, mas a decisão ainda falha, o diferencial deixa de estar apenas no preço. Está na capacidade de reduzir incerteza. E essa redução faz-se com três fatores: transparência no processo, garantia efetiva e confiança no operador. É precisamente nesse ponto que a iServices quer ganhar o mercado que ainda falta conquistar.