A Microsoft anunciou uma evolução do Researcher, o agente de investigação profunda do 365 Copilot, com a introdução das capacidades ‘Critique’ e ‘Council’. O objectivo passa por «aumentar a precisão factual e a qualidade da análise»: para isto, a marca combina «vários modelos especializados que trabalham de forma coordenada».
A ‘Critique’ introduz uma arquitectura que «separa a geração de conteúdo da sua avaliação». Um modelo trata do «planeamento e da produção inicial», enquanto outro actua como «revisor» para validar afirmações e, assim, melhorar a «clareza do resultado final».
Segundo a Microsoft, este método «replica processos de revisão académica e permite ganhos mensuráveis». No benchmark DRACO, o Researcher com ‘Critique’ registou uma «melhoria de 13,88% face ao melhor sistema anteriormente reportado, o Perplexity Deep Research».
Já o ‘Council’ permite comparar, numa única interface, relatórios «completos gerados por diferentes modelos». Este modelo destaca «pontos de convergência e divergência entre as respostas e recorre a um modelo adicional para sintetizar as várias perspectivas numa visão consolidada». O objectivo é fazer uma leitura «mais contextualizada de temas complexos».
A Microsoft anunciou também o Copilot Cowork, uma nova funcionalidade orientada para «trabalho prolongado e processos estruturados» no Microsoft 365. Disponível através do Frontier Program, esta ferramenta permite «transformar objectivos em planos concretos, acompanhar tarefas ao longo do tempo e interagir com documentos e ferramentas de forma contínua».
O Copilot Cowork integra tecnologias utilizadas no Claude Cowork e combina capacidades desenvolvidas pela Microsoft e pela Anthropic. Entre as funções destacadas estão a «gestão de calendário, briefing diário e apoio a tarefas recorrentes, como revisões de orçamento».