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MobilidadeNotícias

Google Play Store passa a alertar para aplicações que esgotam a bateria dos telemóveis

A Google declarou guerra às aplicações que esgotam a bateria do seu telemóvel em segundo plano. A Play Store já começou a mostrar avisos nas páginas de software mal optimizado e vai remover esses programas das listas de recomendações.

Pedro Tróia
Publicado em 6 de Março, 2026
Tempo de leitura: 6 min
Google Play Store
Foto de Mika Baumeister na Unsplash
Neste artigo
  • O mecanismo técnico que esgota os telemóveis
  • Um plano a longo prazo para proteger a plataforma

A Google começou a cumprir uma promessa feita no ano passado e passou a alertar os utilizadores da Play Store para aplicações que consomem demasiada energia. A partir de agora, a loja oficial de aplicações Android mostra um aviso claro nas páginas das apps que tenham um comportamento abusivo em segundo plano. Esta medida, que começou a ser aplicada no dia 1 de Março, vai chegar de forma gradual a todos os telemóveis ao longo das próximas semanas.

O alerta surge logo abaixo da classificação por estrelas da aplicação e apresenta uma mensagem directa. O texto informa que a app em causa pode usar mais bateria do que o esperado devido a uma elevada actividade em segundo plano. O objectivo principal passa por dissuadir as pessoas de instalar programas mal optimizados, ao mesmo tempo que pressiona os criadores a melhorar o código dos seus produtos.

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No entanto, os avisos não são a única arma da gigante tecnológica nesta batalha contra o software problemático. As aplicações que ultrapassam os limites aceitáveis de consumo vão sofrer um impacto real na sua presença na loja. A Google confirmou que estes programas vão ser excluídos das superfícies de descoberta, como é o caso dos separadores de recomendações. Na prática, os utilizadores apenas vão encontrar estas aplicações se as procurarem de forma explícita através da barra de pesquisa.

Apps
Imagem Google

O mecanismo técnico que esgota os telemóveis

Para compreender esta nova política, é necessário olhar para os bastidores do sistema operativo Android, mais concretamente para um mecanismo conhecido como bloqueio de suspensão parcial. Esta funcionalidade permite que uma aplicação mantenha o processador do telemóvel activo mesmo quando o ecrã se encontra desligado. Trata-se de um recurso útil e necessário para muitas tarefas, mas a empresa detectou que demasiados programadores abusam desta interface de programação para fins desnecessários.

A Google definiu um limite muito específico para classificar o mau comportamento de uma aplicação. O software entra na lista negra quando mantém um bloqueio de suspensão parcial activo durante uma média de duas horas ou mais, com o ecrã desligado, em mais de cinco por cento das sessões dos utilizadores durante os últimos 28 dias. Quando estes valores são atingidos de forma consistente, o sistema da Play Store aplica as penalizações de forma automática.

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Ainda assim, existem excepções lógicas a esta regra. O sistema operativo permite alguns bloqueios de suspensão prolongados se estes fornecerem benefícios claros para o utilizador e não puderem ser mais optimizados. Os exemplos mais comuns incluem a reprodução de áudio, os serviços de localização ou o momento em que o utilizador inicia uma transferência de dados.

Aplicações de desporto que guardam dados de localização em segundo plano ou serviços de entrega de comida que actualizam o trajecto com alta frequência não vão receber o aviso de forma cega. Nestes casos específicos, a Google vai apenas aconselhar os programadores a optimizar os processos e a reduzir os bloqueios de suspensão, reservando o alerta vermelho para o software que consome recursos sem qualquer justificação válida.

Um plano a longo prazo para proteger a plataforma

Esta iniciativa não surgiu de um dia para o outro. Em Abril do ano passado, a empresa anunciou o início de um plano de vários anos para fornecer aos programadores ferramentas e dados mais relevantes. A intenção era ajudar os criadores a compreender melhor o consumo de recursos das suas criações. Mais tarde, em Novembro, a Google foi vista a testar este novo aviso na Play Store, para preparar o terreno para o lançamento oficial que agora decorre.

Para ajudar na transição, a documentação técnica da Google oferece várias soluções para casos de uso como sincronizações em segundo plano, rastreio de localização, monitorização de sensores e comunicação de rede. A empresa destacou que algumas aplicações, como é o caso da plataforma Whoop, já começaram a resolver o problema e aproveitaram as recomendações oficiais para optimizar o seu comportamento.

No fundo, existe também uma motivação financeira e de imagem por trás desta limpeza na loja de aplicações. Quando a bateria de um telemóvel desaparece de forma rápida e inexplicável, a tendência natural do consumidor passa por culpar o hardware. Este descontentamento pode levar os utilizadores a abandonar os dispositivos Android e a comprar um iPhone. Ao expor os verdadeiros culpados pelo consumo excessivo, a Google protege a reputação dos fabricantes parceiros e garante a retenção do seu público.

Para o utilizador comum, a recomendação actual é simples. Basta manter a atenção aos novos rótulos na Play Store e evitar a instalação de software assinalado até que os respectivos programadores decidam limpar e optimizar o código.

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Etiquetas:AndroidBateriaGoogleplay-store
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