PCGuia PCGuia
  • [email protected]
  • Dicas
    • Apps
    • Descomplicómetro
    • Download da semana
    • Guia completo
    • Inteligência Artificial
    • Linux
    • MacGuia
    • Modding
    • Photoshop
    • Teste de velocidade da Internet
    • Open Source
  • Notícias
    • Ambiente
    • Apps
    • Ciência
    • Curiosidades
    • Hardware
    • Inteligência Artificial
    • Internet
    • Jogos
    • Mercados
    • Mobilidade
    • Multimédia
    • Robots
    • Segurança
    • Software
    • Startup
    • Especiais
      • Especial PCGuia
      • História
      • Reportagem PC Guia
  • Reviews
    • Armazenamento
    • Áudio
    • Componentes
    • Desktops
    • Gadgets
    • Imagem
    • Mobilidade
    • Periféricos
    • Robótica
  • Opinião
    • Conceito Humanoide
    • Há Uma App Para Tudo
    • O Que Vem à Rede
    • Praia das Maçãs
    • Quinta Coluna
  • Loja Fidemo
  • Precisa de ajuda?
  • Contactos
  • Como testamos os produtos
  • Termos de utilização
  • Política de privacidade e cookies
  • Estatuto Editorial
  • Declaração de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Vencedores dos Prémios Leitor PCGuia 2025
  • Declaração de Privacidade
© 2023 - Fidemo Sociedade de Media
A ler: Peetição da iniciativa Stop Killing Games atinge 1,3 milhões de assinaturas e segue para a Comissão
Font ResizerAa
PCGuia PCGuia
Font ResizerAa
Procurar
  • Dicas
  • Jogos
  • Linux
  • Notícias
  • Opinião
  • Reviews
  • Cookie Policy
© 2023 Fidemo Sociedade de Média
PCGuia > Jogos > Peetição da iniciativa Stop Killing Games atinge 1,3 milhões de assinaturas e segue para a Comissão
Jogos

Peetição da iniciativa Stop Killing Games atinge 1,3 milhões de assinaturas e segue para a Comissão

A petição promovida pela iniciativa "Stop Killing Games" reuniu 1,3 milhões de assinaturas e será entregue à Comissão Europeia em Fevereiro. O objectivo é impedir que as editoras inutilizem videojogos depois do fim do suporte técnico.

Pedro Tróia
Publicado em 27 de Janeiro, 2026
Tempo de leitura: 5 min
Stop Killing Games
Neste artigo
  • Um marco histórico para os direitos dos consumidores digitais
  • O que exige a iniciativa e o que diz a indústria
  • Perspectivas opostas: o caso Anthem vs. Avengers

A petição promovida pela iniciativa de cidadania europeia “Stop Killing Games” alcançou um marco histórico ao reunir quase 1,3 milhões de assinaturas verificadas, preparando-se agora para a submissão oficial junto da Comissão Europeia, em Bruxelas, durante o próximo mês de Fevereiro. O movimento, que ganhou tracção global após o encerramento dos servidores de títulos como The Crew pela Ubisoft, visa forçar legalmente as editoras de videojogos a garantirem que os produtos vendidos permaneçam num estado funcional mesmo após o fim do suporte oficial. Com a meta original de um milhão de assinaturas superada, o processo entra agora numa fase política decisiva que poderá redefinir os direitos dos consumidores no mercado digital europeu.

Um marco histórico para os direitos dos consumidores digitais

O anúncio do sucesso da petição foi feito por Moritz Katzner, director-geral da iniciativa, através de uma actualização na comunidade oficial do projecto. Segundo Katzner, o processo de validação foi rigoroso, tendo sido removidas as assinaturas consideradas inválidas para garantir a integridade do documento final. Mesmo após este filtro, o número fixou-se nos 1,28 milhões de apoios, um valor que demonstra um descontentamento generalizado dos utilizadores europeus face às práticas actuais da indústria.

- Publicidade -

A distribuição geográfica dos apoios revela que a Alemanha lidera o movimento com mais de 233 mil assinaturas, seguida de perto pela França (145 mil), Polónia (143 mil) e Espanha (121 mil). Ross Scott, o criador de conteúdos por detrás do canal Accursed Farms e principal rosto da campanha, confirmou num vídeo recente que a entrega formal do dossier em Bruxelas está planeada para meados ou final de Fevereiro de 2025. “Superámos os requisitos e a próxima fase será a submissão oficial”, afirmou Scott, sublinhando que o dinamismo do movimento se mantém elevado.

O que exige a iniciativa e o que diz a indústria

É fundamental clarificar que a “Stop Killing Games” não reivindica a transferência de direitos de propriedade intelectual ou de monetização para os jogadores. O objetivo central é puramente técnico e funcional: impedir a desactivação remota de videojogos por parte das editoras sem que estas forneçam meios razoáveis para que o software continue a funcionar de forma autónoma. Isto poderia passar pela disponibilização de ferramentas para servidores privados, modos offline ou sistemas de ligação ponto-a-ponto.

Contudo, a proposta não é consensual. Diversas grandes editoras já se manifestaram contra a iniciativa, classificando as exigências como “proibitivamente caras”. O argumento da indústria reside na complexidade técnica de adaptar jogos desenhados exclusivamente para infraestruturas na nuvem para funcionarem de forma independente. Segundo as empresas, tal obrigação legal poderia sufocar a inovação e tornar inviável o desenvolvimento de jogos com live services.

- Publicidade -

Perspectivas opostas: o caso Anthem vs. Avengers

A discussão ganha contornos práticos quando analisamos exemplos recentes. De um lado, temos o caso de Anthem, o ambicioso projecto da BioWare que, após o fracasso comercial, corre o risco de desaparecer totalmente assim que a Electronic Arts decidir desligar os servidores, uma vez que o jogo depende inteiramente de uma ligação constante aos sistemas da empresa.

No pólo oposto, a iniciativa aponta o exemplo de Marvel’s Avengers. Apesar de ter tido uma recepção morna e de as vendas terem cessado devido à expiração de licenças, a Square Enix e a Crystal Dynamics garantiram que o jogo permanecesse jogável. Através de uma actualização final que implementou um sistema ponto-a-ponto, os utilizadores que adquiriram o título podem continuar a uusá-lo, provando que, com vontade política e técnica, é possível evitar a obsolescência programada do software.

Com a entrega do documento à Comissão Europeia em Fevereiro, caberá agora ao executivo comunitário analisar a viabilidade da proposta e decidir se avançará com uma nova directiva legislativa para proteger o património digital e o investimento dos consumidores europeus.

- Publicidade -
Etiquetas:Stop Killing Games
Publicidade Konica
Ad image
Apoio
Ad image Ad image

Também lhe pode interessar

Switch 2
JogosNintendo

Nintendo actualiza a Switch 2 com suporte para VRR nas televisões

Tempo de leitura: 4 min
No Man's Sky cosmos
Jogos

Hello Games celebra o 10º aniversário de No Mans Sky com mais uma actualização

Tempo de leitura: 3 min
Assassins_Creed_Black_Flag Resynced
JogosXbox

Ubisoft adere ao programa de conversão de discos da Xbox

Tempo de leitura: 3 min
TheLegendOfZeldaOcarinaOfTime_36
JogosNintendo

Nintendo apresenta edição especial da Switch 2 e remake de Ocarina of Time

Tempo de leitura: 3 min
© 2023 Fidemo Sociedade de Media