PCGuia PCGuia
  • [email protected]
  • Dicas
    • Apps
    • Descomplicómetro
    • Download da semana
    • Guia completo
    • Inteligência Artificial
    • Linux
    • MacGuia
    • Modding
    • Photoshop
    • Teste de velocidade da Internet
    • Open Source
  • Notícias
    • Ambiente
    • Apps
    • Ciência
    • Curiosidades
    • Hardware
    • Inteligência Artificial
    • Internet
    • Jogos
    • Mercados
    • Mobilidade
    • Multimédia
    • Robots
    • Segurança
    • Software
    • Startup
    • Especiais
      • Especial PCGuia
      • História
      • Reportagem PC Guia
  • Reviews
    • Armazenamento
    • Áudio
    • Componentes
    • Desktops
    • Gadgets
    • Imagem
    • Mobilidade
    • Periféricos
    • Robótica
  • Opinião
    • Conceito Humanoide
    • Há Uma App Para Tudo
    • O Que Vem à Rede
    • Praia das Maçãs
    • Quinta Coluna
  • Loja Fidemo
  • Precisa de ajuda?
  • Contactos
  • Como testamos os produtos
  • Termos de utilização
  • Política de privacidade e cookies
  • Estatuto Editorial
  • Declaração de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Vencedores dos Prémios Leitor PCGuia 2025
  • Declaração de Privacidade
© 2023 - Fidemo Sociedade de Media
A ler: Consciência, vende-se
Font ResizerAa
PCGuia PCGuia
Font ResizerAa
Procurar
  • Dicas
  • Jogos
  • Linux
  • Notícias
  • Opinião
  • Reviews
  • Cookie Policy
© 2023 Fidemo Sociedade de Média
PCGuia > Opinião > O Que Vem à Rede > Consciência, vende-se
O Que Vem à RedeOpinião

Consciência, vende-se

Alexandre Gamela
Publicado em 20 de Abril, 2019
Tempo de leitura: 2 min

A publicidade usa emoções para vender um produto. Os refrigerantes são amizades (o tempo transforma-as em cervejas), os carros são símbolos de passagem à idade adulta e de liberdade, os perfumes… bem, ninguém percebe os perfumes, os anúncios são só gente demasiado nova à deriva em cenários urbanos com expressões faciais que parecem dizer ‘por favor, salvem-me’ ou ‘estou com dores de barriga’.

Na era pré-Internet, a Benetton usou o choque social para vender roupa, com anúncios que, agora, parecem fofos contra o racismo ou a homofobia. O conceito manteve-se, mas em modo viral. Os publicitários mais ágeis pegam na polémica da época e fazem dela a sua cruzada. #MeToo, diz a Gillette, num anúncio para homens de barba rija. Estão mesmo preocupados com isso? Claro, se der lucro.

- Publicidade -

O meio natural destas campanhas são as redes sociais, onde as emoções estão à beira de um clique de rato. Têm todo o mérito em chamar a atenção para problemas sociais importantes. Mas terão as marcas legitimidade para o fazer? A consciência moral agora é definida pelo marketing? Poderemos realmente acabar com a masculinidade tóxica, lâmina a lâmina?

Talvez ajudem a mudar alguma coisa, embora não haja um anúncio da Benetton dedicado aos 1138 trabalhadores que morreram no colapso de uma das suas fábricas no Bangladesh. As condições de trabalho nos países em desenvolvimento são um tema social pouco sexy.

As marcas não querem um mundo melhor, querem vender. E aí são muito inclusivos, porque o dinheiro não tem raça, credo, género ou orientação sexual. Apenas volume. É um negócio, não é uma missão. A publicidade vende felicidade. E paz de espírito aos guerreiros sociais que salvam o mundo com um like de cada vez.

- Publicidade -
- Publicidade -
Etiquetas:ConsciênciaEmoçõesO Que Vem à RedeOpiniãoPublicidaderedes sociais
Publicidade Konica
Ad image
Apoio
Ad image Ad image

Também lhe pode interessar

OpiniãoQuinta Coluna

O regresso do Chat Control e a vitória da encriptação

Tempo de leitura: 2 min
Person in the foreground uses a tablet as a blue holographic globe and digital network graphics glow in the background. This conveys a futuristic data visualization scene.
O Que Vem à RedeOpinião

Competências artificiais

Tempo de leitura: 3 min
Hacker
OpiniãoPraia das Maçãs

Nossa Senhora das Dores Digitais

Tempo de leitura: 3 min
Conceito HumanoideOpinião

A três anos do Q-Day

Tempo de leitura: 3 min
© 2023 Fidemo Sociedade de Media