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A ler: Meta desafia OpenAI e Anthropic com o agente de programação Muse Code; objectivo é trabalhar em grandes projectos de desenvolvimento
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PCGuia > Notícias > Inteligência Artificial > Meta desafia OpenAI e Anthropic com o agente de programação Muse Code; objectivo é trabalhar em grandes projectos de desenvolvimento
Inteligência ArtificialNotícias

Meta desafia OpenAI e Anthropic com o agente de programação Muse Code; objectivo é trabalhar em grandes projectos de desenvolvimento

Disponível em versão Beta para macOS e Linux, a ferramenta corre no Terminal e usa o modelo Muse Spark 1.2.

Redacção PCGuia
Publicado em 6 de Agosto, 2026
Tempo de leitura: 3 min
©Meta | Muse Code
©Meta

Depois de concentrar grande parte da sua estratégia de inteligência artificial na publicidade e nas aplicações de consumo, a Meta procura ganhar espaço no mercado das ferramentas profissionais. Em Junho, a empresa apresentou um agente destinado ao apoio ao cliente e, agora, vira-se para os programadores.

O Muse Code é o primeiro agente de programação desenvolvido pelo Meta Superintelligence Labs, divisão liderada por Alexandr Wang, e foi criado para executar «tarefas completas de engenharia de software em repositórios de grande dimensão». A ferramenta consegue «analisar um projecto, planear alterações, escrever código, detectar erros e validar os resultados», seguundo a dona do Facebook.

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A utilização é feita directamente através do terminal e a instalação «requer apenas um comando». Nesta fase, o Muse Code está disponível em versão Beta para macOS e Linux, mas sem uma aplicação dedicada ou uma interface gráfica semelhante às oferecidas pela concorrência.

O agente funciona com o Muse Spark 1.2, uma versão do modelo de IA da Meta orientada para programação, depuração de código e compreensão de projectos complexos. Segundo Mark Zuckerberg, o sistema foi criado para concluir «tarefas completas de engenharia de software em grandes repositórios», desde o planeamento das alterações até à validação do trabalho produzido.

Nos projectos mais exigentes, o Muse Code pode «criar vários subagentes e distribuir-lhes tarefas em simultâneo». Cada um trabalha numa “árvore de desenvolvimento” isolada, o que permite «testar alterações sem modificar directamente a cópia principal do utilizador». Num dos testes realizados pela Meta, seis funcionalidades para um jogo foram desenvolvidas ao mesmo tempo, «sem conflitos entre os diferentes processos».

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O Muse Code mantém ainda um registo persistente da actividade, o que permite retomar uma tarefa após uma interrupção ou falha, em vez de reiniciar todo o processo. O acesso, segundo a Reuters, segue um modelo de pagamento por utilização, com preços de 1,25 dólares (1 euro) por cada milhão de tokens de entrada e de 4,25 (3,70 euros) por cada milhão de saída.

Este lançamento da Meta passa a ser concorrente directo do Codex, da OpenAI, e do Claude Code, da Anthropic. Alexandr Wang considera que o preço poderá ser «um dos principais argumentos» do Muse Code, sobretudo para «programadores independentes e empresas que executam tarefas extensas e não querem aderir a uma subscrição mensal».

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Etiquetas:inteligência artificial
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