PCGuia PCGuia
  • [email protected]
  • Dicas
    • Apps
    • Descomplicómetro
    • Download da semana
    • Guia completo
    • Inteligência Artificial
    • Linux
    • MacGuia
    • Modding
    • Photoshop
    • Teste de velocidade da Internet
    • Open Source
  • Notícias
    • Ambiente
    • Apps
    • Ciência
    • Curiosidades
    • Hardware
    • Inteligência Artificial
    • Internet
    • Jogos
    • Mercados
    • Mobilidade
    • Multimédia
    • Robots
    • Segurança
    • Software
    • Startup
    • Especiais
      • Especial PCGuia
      • História
      • Reportagem PC Guia
  • Reviews
    • Armazenamento
    • Áudio
    • Componentes
    • Desktops
    • Gadgets
    • Imagem
    • Mobilidade
    • Periféricos
    • Robótica
  • Opinião
    • Conceito Humanoide
    • Há Uma App Para Tudo
    • O Que Vem à Rede
    • Praia das Maçãs
    • Quinta Coluna
  • Loja Fidemo
  • Precisa de ajuda?
  • Contactos
  • Como testamos os produtos
  • Termos de utilização
  • Política de privacidade e cookies
  • Estatuto Editorial
  • Declaração de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Vencedores dos Prémios Leitor PCGuia 2025
  • Declaração de Privacidade
© 2023 - Fidemo Sociedade de Media
A ler: Lei australiana falha e redes sociais continuam a ignorar a idade dos utilizadores
Font ResizerAa
PCGuia PCGuia
Font ResizerAa
Procurar
  • Dicas
  • Jogos
  • Linux
  • Notícias
  • Opinião
  • Reviews
  • Cookie Policy
© 2023 Fidemo Sociedade de Média
PCGuia > Notícias > Internet > Lei australiana falha e redes sociais continuam a ignorar a idade dos utilizadores
InternetNotícias

Lei australiana falha e redes sociais continuam a ignorar a idade dos utilizadores

A pioneira lei australiana que proíbe o acesso de menores às redes sociais está a falhar, com as grandes plataformas a ignorarem a verificação de idade dos utilizadores no momento do registo.

Pedro Tróia
Publicado em 8 de Julho, 2026
Tempo de leitura: 4 min
Redes_Sociais
Foto por Panos Sakalakis em Unsplash.
Neste artigo
  • O fracasso das verificações automáticas
  • Adolescentes mantêm o acesso sem esforço
  • Multas mais pesadas no horizonte

A pioneira lei australiana que proíbe o acesso de menores de 16 anos às redes sociais está a esbarrar num problema simples. Os adolescentes sabem como funcionam as datas de nascimento. De acordo com o site TechSpot, um novo estudo da empresa de testes de software KJR concluiu que as grandes plataformas continuam a permitir a criação de contas sem exigir qualquer prova de idade, mesmo após a entrada em vigor da legislação.

O fracasso das verificações automáticas

Desde dezembro de 2025 que serviços como o Instagram, Snapchat, TikTok, YouTube e X são obrigados a tomar medidas razoáveis para impedir o acesso a menores. O governo optou por um sistema de verificação em vez de obrigar todos os utilizadores a enviar documentos de identificação, devido a preocupações óbvias com a privacidade. A ideia seria as plataformas analisarem o comportamento online para inferir a idade e, em caso de dúvida, exigirem provas concretas.

- Publicidade -

No entanto, a KJR criou meia centena de contas de teste a declarar 16 anos e nenhuma foi alvo de escrutínio. Todos os perfis permaneceram activos em nove das dez plataformas abrangidas pelas regras. O estudo concluiu que as empresas bloqueiam contas que admitem abertamente ter menos de 16 anos, mas nada fazem quando o utilizador simplesmente afirma ter a idade legal. Apenas a plataforma de streaming Kick exigiu documentação no momento do registo.

Adolescentes mantêm o acesso sem esforço

Os resultados deste teste alinham-se com investigações anteriores. A Fundação Molly Rose já tinha descoberto que 61% dos jovens entre os 12 e os 15 anos mantinham acesso a pelo menos uma plataforma restrita. Muitas vezes, as crianças nem precisam de recorrer a métodos complexos, uma vez que as empresas falham na identificação e remoção dos perfis.

Ainda assim, um estudo da Universidade de Newcastle revelou que mais de 85% dos menores continuavam a usar as redes sociais três meses após a entrada em vigor da lei. Para contornar os bloqueios, muitos jovens recorrem a perfis falsos ou tentam enganar os sistemas de reconhecimento facial e mascarar a sua localização. De facto, a procura por ferramentas de anonimato disparou, com o aumento expressivo da adoção de redes privadas virtuais no país a ser uma consequência directa desta legislação.

- Publicidade -

Multas mais pesadas no horizonte

Para tentar resolver estas falhas, a Austrália prepara-se para endurecer as sanções. As propostas de reforma prevêem duplicar as coimas máximas para 99 milhões de dólares australianos e dar mais poderes ao eSafety Commissioner para exigir documentos às plataformas e aos fornecedores de sistemas de garantia de idade.

O desafio de manter os mais novos afastados de ambientes digitais não é exclusivo da Oceânia. Enquanto o Reino Unido prepara uma proibição semelhante para a primavera de 2027, a Europa também procura soluções tecnológicas, embora os primeiros passos mostrem que até as ferramentas oficiais de validação de identidade apresentam vulnerabilidades críticas. A experiência australiana prova que aprovar a lei é a parte fácil, mas garantir o seu cumprimento é um desafio muito maior.

- Publicidade -
Etiquetas:Austráliaredes sociais
Publicidade Konica
Ad image
Apoio
Ad image Ad image

Também lhe pode interessar

starlink
MercadosMobilidadeNotícias

SpaceX prepara rede móvel própria para concorrer com operadoras tradicionais através da Starlink

Tempo de leitura: 2 min
Claude
Inteligência ArtificialNotícias

Tratar mal o Claude vai contra as regras: Anthropic quer acabar com os abusos dirigidos ao seu chatbot

Tempo de leitura: 2 min
Auscultadores Corsair
HardwareNotícias

Novos auscultadores da Corsair chegam com 110 horas de autonomia, áudio espacial e microfone de estúdio

Tempo de leitura: 2 min
©Bang & Olufsen
MercadosNotícias

Bang & Olufsen alarga programa Reloved a todas as lojas portuguesas com produtos recondicionados

Tempo de leitura: 1 min
© 2023 Fidemo Sociedade de Media