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Novas regras da União Europeia mudam o futuro das baterias nos smartphones e outros dispositivos

A partir de 2027, a União Europeia vai impor novas regras para a substituição de baterias em smartphones e consolas. Descubra o que muda para marcas como a Apple, Samsung e Google, mas há excepções que vão ditar o design dos futuros equipamentos.

Pedro Tróia
Publicado em 23 de Abril, 2026
Tempo de leitura: 6 min
Bateria
Foto de Tyler Lastovich na Unsplash
Neste artigo
  • O fim do desperdício electrónico e as novas obrigações
  • O mito dos telemóveis do passado e as ferramentas necessárias
  • As três condições que isentam os fabricantes
  • O impacto nas marcas de topo e no mercado global

Aproxima-se a passos largos a data limite para a aplicação das novas directivas da União Europeia sobre a sustentabilidade de dispositivos móveis. A partir de 17 de Fevereiro de 2027, o mercado tecnológico vai sofrer alterações profundas na forma como os equipamentos são construídos e reparados. O objectivo principal passa por reduzir drasticamente as cerca de cinco milhões de toneladas de lixo electrónico que são descartadas todos os anos no continente europeu.

O documento original, publicado em 2023 e revisto recentemente em 2025, estabelece um precedente rigoroso para que as empresas desenvolvam os seus produtos a pensar na reparabilidade. Estas normas vão afectar todos os gadgets portáteis, desde smartphones a tablets, onde se incluem também as consolas de videojogos portáteis. Equipamentos futuros, como uma nova versão da Nintendo Switch 2 ou as próximas iterações da Lenovo Legion Go, terão de adoptar designs que facilitem a substituição dos seus componentes energéticos.

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O fim do desperdício electrónico e as novas obrigações

A premissa central da nova legislação europeia dita que qualquer utilizador com conhecimentos básicos deve ser capaz de remover e substituir a bateria do seu dispositivo. Para garantir a longevidade dos aparelhos, as marcas são obrigadas a disponibilizar peças de substituição durante, pelo menos, cinco anos após a data de lançamento original do produto. Em paralelo, a Europa já tinha implementado regras que exigem a disponibilização de actualizações de software e patches de segurança pelo mesmo período de cinco anos.

Embora estas restrições se apliquem apenas aos países membros da União Europeia, os fabricantes vão, invariavelmente, alterar os designs a nível global. Criar linhas de montagem separadas para a Europa e para o resto do mundo seria um processo demasiado dispendioso mesmo para gigantes como a Apple ou a Samsung.

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O mito dos telemóveis do passado e as ferramentas necessárias

Com a aproximação da data de implementação, surgiram vários rumores nas redes sociais a sugerir que os smartphones iam voltar a ter painéis traseiros de encaixe, à semelhança dos telemóveis da década de 2010. Contudo, um artigo do 9to5Google clarifica que esta suposição não está totalmente correcta.

A definição de “bateria removível” aos olhos da União Europeia tem nuances importantes. O documento oficial estipula que a remoção tem de ser possível através de ferramentas disponíveis comercialmente, sem a necessidade de recorrer a instrumentos especializados, a menos que estes sejam fornecidos de forma gratuita. Além disso, o processo não pode exigir a aplicação de solventes químicos ou de energia térmica, como as pistolas de calor frequentemente usadas para derreter a cola que une o painel traseiro ao chassis. Uma simples chave Torx é aceite pelas normas, mas as chaves proprietárias da Apple, por exemplo, não cumprem os requisitos de acessibilidade.

As três condições que isentam os fabricantes

Se as marcas não quiserem desenhar telemóveis que permitam a abertura fácil por parte do consumidor final, a legislação oferece uma alternativa. As empresas podem restringir a substituição das baterias a reparadores profissionais, desde que os seus dispositivos cumpram três exigências de durabilidade e saúde energética. Para obterem esta isenção, os fabricantes têm de garantir o cumprimento integral dos seguintes pontos:

Primeiro, a bateria tem de manter uma capacidade restante de pelo menos 83% da sua capacidade nominal após a conclusão de 500 ciclos de carga completos.

Segundo, a resistência do componente tem de atingir um mínimo de 1000 ciclos de carga completos, momento após o qual a bateria ainda tem de apresentar, num estado de carga total, uma capacidade de pelo menos 80%.

Terceiro, o dispositivo tem de oferecer uma certificação IP67 ou superior. Esta exigência de resistência à água e ao pó garante uma protecção superior dos componentes internos, uma característica vital que costumamos ver aplicada em equipamentos concebidos para resistir a ambientes de trabalho extremos.

O impacto nas marcas de topo e no mercado global

Ao analisar estas três condições, torna-se evidente que muitos dos topos de gama actuais já cumprem as exigências europeias. O 9to5Google avança que todos os dispositivos da Google, desde o Pixel 8a, já estão optimizados para reter pelo menos 80% da capacidade após 1000 ciclos. Os smartphones da linha Galaxy da Samsung também costumam apresentar classificações de durabilidade bastante elevadas.

Isto significa que os modelos premium de 2027 poderão não precisar de alterações visuais significativas, uma vez que a construção robusta e baterias de alta qualidade os isentam da regra da “remoção fácil”. No entanto, o verdadeiro impacto vai sentir-se nos telemóveis de gama média e de entrada. Os dispositivos mais baratos, que habitualmente não têm certificação IP67 ou que utilizam baterias de menor qualidade, terão de ser redesenhados para permitir a troca manual da bateria sem recurso a calor ou solventes.

No final, as novas directivas vão melhorar o padrão de qualidade de todo o mercado. Quer seja através de baterias com uma vida útil muito superior, quer seja pela facilidade de reparação em casa, os consumidores europeus vão passar a ter nas mãos equipamentos mais duradouros e sustentáveis.

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Etiquetas:bateriastelemóveisuniao-europeia
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