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Google vai punir sites que bloqueiam o botão de retroceder no browser

A partir de 15 de Junho, a Google vai aplicar sanções severas às páginas web que utilizam scripts para prender os utilizadores e impedir o funcionamento normal do botão de voltar atrás.

Pedro Tróia
Publicado em 17 de Abril, 2026
Tempo de leitura: 5 min
Google
Foto de Christian Wiediger na Unsplash
Neste artigo
  • Como funciona a manipulação do histórico
  • Consequências pesadas para os infractores
  • O aviso aos administradores de sistemas

Todos os utilizadores da Internet já passaram por esta situação frustrante. Ao tentar regressar à página anterior, o clique no botão de voltar atrás no browser não surte o efeito desejado. Em vez de regressar aos resultados da pesquisa, o utilizador fica preso num ciclo infinito de anúncios ou é redireccionado para páginas que nunca visitou. A frustração de tentar sair de um site e acabar a ver dezenas de campanhas indesejadas é uma queixa antiga da comunidade. A Google decidiu colocar um ponto final nesta prática e anunciou recentemente que vai começar a penalizar os sites que recorrem a este tipo de manipulação.

Esta táctica, frequentemente apelidada de “sequestro do botão de retroceder”, passou a ser classificada oficialmente como uma violação grave das políticas de spam da gigante tecnológica. A nova regra entra em vigor a partir de 15 de Junho e promete limpar os resultados de pesquisa de páginas que prejudicam a experiência de navegação diária.

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Como funciona a manipulação do histórico

O bloqueio do botão de retroceder não acontece por acaso. Segundo indica o site Android Central, os sites problemáticos utilizam scripts em JavaScript para alterar o histórico do browser do utilizador. Na prática, o código insere entradas falsas no histórico de navegação ou substitui a página actual. Quando a pessoa tenta voltar atrás, o browser assume que está a recuar para uma página legítima, mas acaba por manter o utilizador preso no mesmo domínio ou a mostrar recomendações não solicitadas.

Esta prática maliciosa é particularmente comum em dispositivos móveis, onde a navegação depende fortemente de gestos e botões virtuais. Em ecrãs mais pequenos, a dificuldade em fechar separadores ou contornar estes bloqueios torna a experiência ainda mais desagradável, o que leva muitas vezes ao abandono imediato da pesquisa. A Google refere num artigo recente no blogue Search Central que esta interferência quebra uma expectativa fundamental de quem navega na web. O objectivo da empresa é garantir que a funcionalidade nativa do browser opera sem interrupções, para evitar que as pessoas se sintam manipuladas e percam a confiança ao visitar novos endereços.

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Consequências pesadas para os infractores

A partir de meados de Junho, a tolerância será nula. Os sistemas automatizados da Google, bem como os revisores humanos, vão começar a aplicar sanções severas. As páginas que continuarem a impedir o funcionamento normal da navegação arriscam-se a sofrer acções manuais por spam. Isto faz com que os sites desçam drasticamente nas posições dos resultados de pesquisa ou, nos casos mais graves, sofram a remoção total do índice da Google.

Esta medida junta-se a outros esforços recentes da empresa para limpar os resultados de pesquisa e melhorar a qualidade da informação, numa altura em que a tecnológica também lida com outros desafios, como os problemas em que os resumos gerados por inteligência artificial apresentam falhas constantes nas respostas aos utilizadores. A prioridade actual parece ser a estabilização e a fiabilidade da experiência de pesquisa.

O aviso aos administradores de sistemas

Os proprietários de sites e os especialistas em optimização para motores de busca têm agora um período de adaptação para reverem o código das suas plataformas. A Google deixa um aviso claro de que a responsabilidade recai inteiramente sobre os administradores, mesmo que a implementação do código malicioso não tenha sido intencional.

Muitas vezes, estes scripts de sequestro vêm escondidos em bibliotecas de código de terceiros ou em redes de publicidade menos transparentes que os donos dos sites integram nas suas páginas. Para evitar penalizações, as empresas precisam de auditar todas as ferramentas externas que utilizam para mostrar anúncios ou para executar tarefas de análise de tráfego. A auditoria deve ser minuciosa, uma vez que a perda de tráfego orgânico proveniente do motor de busca pode ditar o fim de muitos negócios online que dependem da visibilidade diária. Se uma plataforma de publicidade de terceiros manipular o botão de retroceder, o site que a aloja será o principal penalizado.

Para o utilizador comum, esta actualização das políticas de spam representa uma vitória significativa. A eliminação destas armadilhas digitais vai permitir uma navegação muito mais fluida e segura, onde o controlo do browser volta a estar nas mãos de quem o utiliza. Resta agora aguardar pelo dia 15 de Junho para começar a notar os efeitos desta limpeza nos resultados de pesquisa.

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Etiquetas:Google
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