Em 2024, chegava a Portugal um novo marketplace de produtos recondicionados, na altura com um objectivo: ser a «Amazon da sustentabilidade». Um ano depois, com «dezoito mil dispositivo» vendidos em Portugal, a marca disser ter «superado» as suas «expectativas mais optimistas».
Agora, quase a fazer dez anos de vida (foi criada em 2017), a Refurbed diz ter ultrapassado uma marca, na Europa, em 2025: «Três mil milhões de euros em Volume Total de Negócios acumulado» (mais 40% que no ano anterior) e «mais de dez milhões de produtos vendidos».
Em paralelo, este marketplace anunciou a expansão para mais doze países (com um potencial de abranger «cerca de 486 milhões de consumidores»), entre estes, mercados de encher o olho, como Espanha, França e Reino Unido.
A decisão surge na sequência de a Refurbed ter atingido «dois marcos financeiros em 2025»: tornou-se «rentável no início do ano» e concluiu, em Novembro, uma «ronda de investimento de cinquenta milhões de euros».
Para Peter Windischhofer, cofundador e CEO da empresa, os produtos recondicionados «já não são um nicho» e estão a tornar-se a «escolha de muitos clientes em toda a Europa».