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CiênciaNotícias

IA como protectora dos oceanos: investigadores portugueses “mergulharam” num estudo para criar regras e boas práticas

Publicado no site 'Fish and Fisheries', o estudo defende que a IA «deve reforçar, e não substituir, a capacidade humana de tomar decisões informadas».

Redacção
Publicado em 30 de Janeiro, 2026
Tempo de leitura: 3 min
©PCGuia | Imagem criada com IA
©PCGuia / Imagem criada com IA

Há uma cientista portuguesa que está a estudar a forma como a inteligência artificial pode ser aplicada aos ecossistemas marinhos de modo a ser «transparente, segura e cientificamente válida». Catarina Silva participou no estudo internacional ‘Rumo a uma Inteligência Artificial Fiável para Investigação Marinha, Pescas e Gestão Ambiental‘, que surge num contexto de «rápida adopção tecnológica e regulação ainda fragmentada».

A investigadora do Centro de Ecologia Funcional da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra junta-se a José A. Fernandes, autor principal do estudo, e especialista em IA do centro de pesquisa AZTI – Marine and Food Research. Em resumo, este estudo assenta numa proposta de um enquadramento com «três pilares» que visam tornar a chamada ‘IA marinha’ «fiável, ética e robusta do ponto de vista científico».

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Para isto, a ideia é abranger aplicações que vão desde «câmaras em embarcações de pesca a modelos preditivos sobre a saúde dos oceanos». O primeiro tem que ver com a «viabilidade socioeconómica e legal, defendendo uma IA acessível a todo o sector marinho»; o segundo, passa pela gestão «ética dos dados» e pela aplicação dos princípios ‘FAIR’, ‘CARE’ e ‘TRUST’; o terceiro centra-se na «robustez técnica e na validação científica».

Publicado no site ‘Fish and Fisheries’, o estudo defende que a IA «deve reforçar, e não substituir, a capacidade humana de tomar decisões informadas» sobre este tipo de assuntos relativos ao oceano.

«Estamos a assistir a um aumento massivo na utilização de algoritmos de IA que processam vastos fluxos de dados marinhos, desde câmaras e sonares a observações por satélite, mas estes algoritmos muitas vezes não correspondem às expectativas», explica José A. Fernandes. Para o especialista do AZTI, a questão-chave é tentar perceber o «grau de confiança que se pode depositar nos algoritmos de IA».

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O estudo alerta, ainda, para «riscos concretos» associados à utilização de IA, nomeadamente «erros decorrentes de dados enviesados, falta de validação e ausência de transparência». Estes são factores que podem «comprometer decisões com impacto direto nos ecossistemas marinhos, nas comunidades piscatórias e nas políticas públicas», diz Catarina Silva.

A cientista avisa ainda que, quando a IA é utilizada para «orientar decisões que afectam ecossistemas marinhos e meios de subsistência, a acessibilidade, a transparência e a validação são essenciais», deixando claro que o enquadramento proposto neste estudo «fornece orientações práticas para garantir que a IA reforça a evidência científica e a confiança em todo o setor marinho».

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Etiquetas:ciênciainteligência artificial
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