A Razer subiu hoje ao palco da CES com a sua apresentação «mais ambiciosa de sempre»: a empresa diz que vê o futuro do gaming como um «ecossistema integrado onde hardware, software e inteligência artificial trabalham em conjunto».
Desta forma, a Razer aposta numa «visão transversal», que vai dos periféricos ao desenvolvimento de IA, passando pela sala de estar e pelo «conforto físico dos jogadores». Um dos exemplos é o Project Motoko, uns auscultadores com IA, desenvolvidos com tecnologia Snapdragon, pensados para «elevar a experiência sonora e a interacção em jogo».
Outra das novidades é o Project AVA (imagem em baixo), um assistente digital animado que «vive na secretária» dos jogadores. Esta será a «evolução natural» do treinador de esports com IA da Razer, apresentado há um ano também na CES.
Contudo, a estratégia de IA da marca não se fica pelos conceitos. A Razer mostrou também três ferramentas de desenvolvimento, pensadas para criadores e programadores: a Forge AI Dev Workstation (para «desenvolvimento profissional de IA»); o AIKit (uma solução «open-source para desenvolvimento local de LLM»); e um acelerador de IA compacto, desenvolvido em parceria com a Tenstorrent, que promete uma «capacidade de computação de classe desktop» num «formato portátil».
Em termos de hardware puro, a Razer anunciou na CES o comando Bluetooth Wolverine V3 para Smart TV, apresentado como o «mais rápido do mundo» e com «certificação LG», e a cadeira Iskur V2 NewGen, com tecnologia CoolTouch e uma «almofada em espuma de dupla densidade perfurada e curada a frio». Ainda neste segmento, a marca revelou o Project Madison (foto de destaque), uma «cadeira gaming imersiva» com Sensa HD Haptics, THX Spatial Audio e Chroma RGB.
Para já, não há indicação de quando é que estes equipamentos e ferramentas ficam disponíveis, nem são conhecidos preços.