Quando criança, recordas de assistir à série de filmes do Homem-Aranha onde o Dr. Octopus utiliza braços mecânicos ligados às suas vértebras para escalar prédios, lutar entre os céus de Manhattan e proporcionar cenas memoráveis?
Hoje, com a tecnologia BCI (Brain-Computer Interface), estamos cada vez mais próximos desta realidade. Entenda a seguir como funciona esta tecnologia, os seus usos na vida quotidiana e principalmente nas áreas de entretenimento, como no casino https://hitnspin.casino/pt/.
Tecnologia BCI: factos e mitos
No início deste texto há uma comparação entre a tecnologia BCI e os braços do Dr. Octopus em Homem-Aranha. Entretanto, é preciso assumir que compara-se alhos e bugalhos. O Dr. Octopus comanda os seus braços por uma interface ligada diretamente à sua coluna vertebral.
Já a tecnologia BCI é uma interface que traduz a atividade cerebral em comandos para dispositivos externos. Em outras palavras, atua como o elo entre a mente e qualquer tecnologia. Como exemplo, as próteses para pessoas que perderam um membro ou computadores.
Na realidade, também existem vertentes diferentes sobre esta tecnologia. Alguns especialistas afirmam que a captação das ondas basta, enquanto outros sugerem a implantação de tecnologias no cérebro para fazer a mediação entre impulsos e dispositivos.
Alguns problemas
A captação de ondas cerebrais e a proteção da sua privacidade é o que causa maior discussão entre os especialistas da área. Enquanto alguns argumentam que as benesses do BCI superam qualquer problema relacionado a esta tecnologia, outros supõem que empresas farão mau uso destes dados.
Outro problema que ainda necessita solução é a precisão dos comandos gerados pelo BCI. Vale lembrar que esta tecnologia traduz a atividade cerebral em impulsos e comandos. Portanto, quanto melhor for a tradução, mais preciso será a realização do comando.
Aplicações do BCI
É difícil imaginar um campo onde o BCI não mudará tudo. As possibilidades parecem infinitas. Mas para que entendas melhor, conheça dois dos principais campos onde esta tecnologia vem sendo testada e mostra muito sucesso: os campos da saúde e entretenimento.
BCI na saúde
Como já citado, os dispositivos controlados pela mente estarão na linha de frente no auxílio às pessoas com deficiências físicas. Há tempos os cientistas fantasiam com essa façanha, gerando termos populares no imaginário coletivo, como ciborgues ou humanos biónicos.
Apesar de um Robocop ou algo semelhante estar muito longe, já existem casos de sucesso no controlo de próteses e dispositivos de mobilidade usando apenas o cérebro. Iniciativas como o Neurolink buscam aumentar atividades cerebrais e consertar distúrbios neurológicos, como o Parkinson, paralisias e muito mais.
BCI no entretenimento
Muito se discute o papel que a Realidade Virtual desempenhará no mundo do entretenimento, principalmente nos videojogos. Atualmente, o principal empecilho para esta tecnologia está no aparato necessário para ter este tipo de experiência.
Além de um óculos de RV e auscultadores, também é necessário usar controlos joystick ou semelhantes para navegar nestes mundos virtuais.
Há uma grande parcela dos utilizadores que afirmam que toda a parafernália afeta a imersão que têm, aniquilando completamente a “suspensão de descrença”, um dos principais mecanismos para que se aproveite um jogo completamente.
Os dispositivos controlados pela mente vêm resolver esta questão. Com eles, o equipamento necessário resumir-se-ia ao óculos e uns auscultadores, visto que todos os comandos dentro do jogo aconteceriam usando apenas os comandos do cérebro. Isso transforma completamente o modo como estamos habituados a interagir com o mundo de fantasia dos videojogos.
BCI: tecnologia futura
Uma coisa é certa: o mundo nunca mais será o mesmo. Só podemos esperar e observar o que se seguirá ao desenvolvimento desta tecnologia. Mantenha o seu dedo no pulso!
