Liberalização dos casinos pode ocorrer sem legalização de jogos de azar

Legalização de jogos de azar e do casino são questões, sem dúvida, problemáticas, que envolvem uma discussão entre os lados que ou validam este processo, ou estão contra o mesmo. Este artigo é dedicado ao assunto sobre a consideração das vantagens e desvantagens da legalização do casino e jogos de azar, tomando como exemplo o Brasil, onde este assunto ficou de pé de lado, e Portugal, onde a situação, neste sentido, está melhor. Para saber mais sobre este tema, vamos ponderar algumas informações no sentido de explicar a dificuldade do problema mencionado.

A questão consiste no seguinte: no sentido de aumentar a riqueza nacional, envolvendo os turistas para o setor de casino e não provocando a população brasileira a visitar os estabelecimentos do mesmo, no Brasil o governo quer liberar os casinos sem legalização de jogos de azar, que pode não trazer os resultados que se esperam. O tema é discutível e há que pensar bem naquilo como resolver o problema.

No entanto, temos o caso de Portugal, onde os jogos de azar e o casino são legais. Além disso, no território de país cada vez mais pessoas jogam nos seus slots favoritos, em casa, no casino online, usam os programas de casino com os jogos diferentes. Tudo isto é possível por mérito dos programadores, cujo objetivo é produzir os novos jogos e fazê-lo divertir à sua maneira, no conforto da sua casa. Aliás, graças à microgaming casinos portugal, um dos mais conhecidos, confortáveis e seguros programadores de casino online, cada pessoa tem acesso a 500 jogos, com os maiores pagamentos, e é livre para escolher qualquer um deles. Eles, sem dúvida, são os principais produtores de programas de casino online, reconhecidos mundialmente.

Contudo, nem todos os países têm a situação regularizada, neste sentido. Temos o caso do Brasil e vamos tentar perceber em que consiste a questão. Assim sendo, é de conhecimento de todos que a pandemia de Covid-19 afetou a economia e a estabilidade de cada país no mundo. Não há quem resistisse à crise, não sofrendo as consequências da doença que ocupou todas as terras firmes. Sabemos que a situação, de facto, é grave e preocupante.

Dentre os países mais impactados com a pandemia, o Brasil é que mais padeceu da nossa nova realidade. Considerando a situação, o Presidente Jair Bolsonaro, com o Governo do País, viu-se obrigado a agir e tomar medidas perante ao estado em que o Brasil ficou. Uma das opções, até saídas das circunstâncias, é legalizar os casinos. Como é que isto pode ajudar a economia a crescer?

A resposta é bastante simples. Se os casinos deixarem de ser ilegais, podem ser uma das fontes mais benéficas e enriquecedoras para a estabilidade económica do Brasil. Com este passo, obviamente, os jogos de azar vão ganhar uma nova popularidade e, por conseguinte, vão trazer mais turistas. Esta atividade, caso seja realizada, pode atrair os estrangeiros e incentivá-los a gastar o seu dinheiro, o que, no que lhe concerne, aumenta a economia do País.

O pior de tudo é que se quer legalizar os casinos como a pequena parte dos espaços de entretenimento, isto é, esses estabelecimentos vão ter poucas hipóteses para atrair os jogadores estrangeiros. Acrescido a isto, os casinos ficarão, segundo planeiam, em regiões com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que frequentemente não são destinos turísticos. Portanto, se o plano é motivar os estrangeiros a visitar o casino, o mesmo não pode ficar fora da zona do país mais visitado, onde IDH é bastante alto.

Além de mais, há empresários do setor, que fazem questão de legalizar completamente os jogos de azar e prometem investir biliões de dólares no país.

Como podemos ver, a situação é discutível: por um lado quer-se ganhar com, digamos, o investimento para a economia brasileira, por parte dos estrangeiros, todavia, por outro lado, não legalizando os jogos de azar, aquilo, que o governo do Brasil quer atingir, torna-se complicado. Consideramos que a melhor forma é, de facto, legalizar a atividade que acabamos de mencionar e tentar balançar entre o investimento no turismo e a economia do país.