Novo malware ataca no Telegram: o ToxicEye dá aos hackers «controlo total» dos computadores

O ToxicEye chega num e-mail de pishing e é um ficheiro EXE, um executável que se instala no computador.
©PCGuia
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É mais uma descoberta da israelita Check Point. A empresa de cibersegurança descobriu uma nova forma de ataque com raízes na app de mensagens encriptadas Telegram.

Segundo os responsáveis pelo departamento de investigação da Check Point, nos últimos três meses foram feitos «mais de 130 ciberataques» com um malware chamado ToxicEye, que é «gerido» pelos hackers através da app.

O problema, de acordo com a empresa de segurança, é que os comandos criados pelo ToxicEye podem ser executados mesmo que o utilizador não use o Telegram.

«Mesmo nos casos em que a app não está instalada ou não é utilizada, o sistema permite aos atacantes enviar comandos e operações maliciosos remotamente, sujeitando os destinatários a sérios riscos», explica a Check Point.

O ToxicEye chega num e-mail de phishing e é um ficheiro EXE, um executável que se instala no computador. Feito isto, os hackers ganham «controlo total» do PC, uma vez que este malware é um Remote Access Trojan.

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