PCGuia PCGuia
  • [email protected]
  • Dicas
    • Apps
    • Descomplicómetro
    • Download da semana
    • Guia completo
    • Inteligência Artificial
    • Linux
    • MacGuia
    • Modding
    • Photoshop
    • Teste de velocidade da Internet
    • Open Source
  • Notícias
    • Ambiente
    • Apps
    • Ciência
    • Curiosidades
    • Hardware
    • Inteligência Artificial
    • Internet
    • Jogos
    • Mercados
    • Mobilidade
    • Multimédia
    • Robots
    • Segurança
    • Software
    • Startup
    • Especiais
      • Especial PCGuia
      • História
      • Reportagem PC Guia
  • Reviews
    • Armazenamento
    • Áudio
    • Componentes
    • Desktops
    • Gadgets
    • Imagem
    • Mobilidade
    • Periféricos
    • Robótica
  • Opinião
    • Conceito Humanoide
    • Há Uma App Para Tudo
    • O Que Vem à Rede
    • Praia das Maçãs
    • Quinta Coluna
  • Loja Fidemo
  • Precisa de ajuda?
  • Contactos
  • Como testamos os produtos
  • Termos de utilização
  • Política de privacidade e cookies
  • Estatuto Editorial
  • Declaração de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Vencedores dos Prémios Leitor PCGuia 2025
  • Declaração de Privacidade
© 2023 - Fidemo Sociedade de Media
A ler: O futuro é um dia destes
Font ResizerAa
PCGuia PCGuia
Font ResizerAa
Procurar
  • Dicas
  • Jogos
  • Linux
  • Notícias
  • Opinião
  • Reviews
  • Cookie Policy
© 2023 Fidemo Sociedade de Média
PCGuia > Opinião > O Que Vem à Rede > O futuro é um dia destes
O Que Vem à RedeOpinião

O futuro é um dia destes

Alexandre Gamela
Publicado em 27 de Dezembro, 2020
Tempo de leitura: 2 min
Sankt

Estamos em época de balanço e de exercer os habituais dotes de futurologia. Se muitos de vocês vão querer esquecer 2020, saibam que vai ser dos anos mais famosos – ou melhor, infames – da História moderna e das redes sociais, digitais e analógicas. Digo eu, que sou péssimo a adivinhar o futuro.

Este foi o ano de adiar a vida. Os ciclos naturais da nossa sociedade de consumo e entretenimento foram alterados por ‘vocês-sabem-bem-o-quê’. Jogos Olímpicos, Europeu de Futebol, festivais e aquelas pequenas coisas que fazem tanta diferença no pautar do calendário tiveram de ficar para o ano. Fomos obrigados a viver no presente, numa espécie de exercício de mindfulness coercivo. Não aprendemos nada.

- Publicidade -

O que aprendi foi que as redes sociais (virtuais e IRL) são uma caixa de fósforos. Deveriam ser uma caixa de chocolates, com a ocasional dor de barriga, mas não. Uns por acidente, outros por diversão, alguns de propósito, todos acenderam fósforos onde não deviam e criaram reacções em cadeia que nos podem queimar a todos. O mais engraçado é que os piores foram os que defendem que se devem atirar os pirómanos para o meio dos incêndios que criam.

O maior exemplo foi o incendiário-mor dos Estados Unidos, que juntou meia nação à volta de um país em chamas com tweets surreais: «Venham para ao pé do fogo, o meu fogo é bom» seguido de «As labaredas nas vossas calças são FAKE NEWS!». Ao menos esse foi deposto, embora em Portugal haja outros a querer seguir a mesma escola.

Metáforas ígneas à parte, 2020 deixou-nos de rastos. E tenho quase a certeza de que 2021 tem já um evento cataclísmico na manga. Mas, como disse, sou péssimo adivinho.

- Publicidade -

O que vos posso dizer sobre o futuro é que está para breve. Espero.

- Publicidade -
Etiquetas:Fake newsfuturoMindfulnessredes sociaisTwitter
Ad image
Apoio
Ad image Ad image

Também lhe pode interessar

Há Uma App Para TudoOpinião

Ser(emos) empático(s)?

Tempo de leitura: 3 min
OpiniãoQuinta Coluna

A IA e a falsa sensação de privacidade

Tempo de leitura: 2 min
O Que Vem à RedeOpinião

Optimizar não é viver

Tempo de leitura: 3 min
Conceito HumanoideOpinião

100 crónicas depois: o ‘Conceito Humanoide’ já não é o que era

Tempo de leitura: 3 min
© 2023 Fidemo Sociedade de Media