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Sony Bravia OLED AG9

Mais elegante e funcional que a antecessora, a nova Bravia OLED AG9 oferece uma qualidade de imagem equivalente à sua rival mais directa, a LG E9.

Classificação

Funcionalidades9
Experiência de utilização8
Preço8

Gostámos

  • Formato mais prático
  • Qualidade de som

A rever

  • Calibração incorrecta da imagem

Ponto final

8.3Mais elegante e funcional que a antecessora, esta nova Bravia OLED AG9 oferece uma qualidade de imagem equivalente à sua rival mais directa, a LG E9, que tem um preço idêntico. Porém, em termos de som, esta Bravia consegue ser bastante superior.

Quando a Bravia OLED AG9 foi apresentada, no início de 2019, ficámos surpreendidos pela Sony ter declarado o “óbito” da excelente AF9, que foi, indiscutivelmente, uma das melhores TV 4K do mercado. Porém, as críticas foram tais que a Sony viu-se obrigada a lançar, quanto antes, a nova AG9, que só agora chegou ao mercado nacional e, como tal, às nossas mãos para ser testada.

Recorrendo ao mesmo painel OLED, proveniente da LG, e ao processador de imagem Bravia X1 Ultimate, isto revela que, à partida, esta televisão tem tudo para ser um sucesso. Se, neste ponto, a nova AG9 aparenta ser idêntica à anterior AF9, o elemento diferenciador que mais se destaca é o design, com a Sony a abandonar a anterior solução de ecrã inclinado, que tanta polémica causou, especialmente para clientes que desejavam afixar o televisor na parede.

Na AG9 esse problema foi resolvido, sem que isso implicasse a perda de um dos elementos diferenciadores da sua antecessora: o excelente desempenho acústico, uma vez que grande parte do som reproduzido é gerado pela vibração do próprio painel OLED, através da tecnologia Acoustic Surface Audio+. Esta solução recorre a dois actuadores que abandonaram o formado circular, adoptando um formato oval, permitindo assim interagir com uma maior área do painel OLED para dispensar o uso de um canal central, como acontecia na AF9, sendo estes auxiliados por dois subwoofers de alto desempenho.

A Sony teve ainda a audácia de incluir uma entrada de canal central passiva, para que a própria TV se transformasse numa coluna central de um sistema de som surround dedicado. Sabem que mais? Funciona, e bem. E mesmo sem um sistema de som dedicado, é impressionante como pode o som, gerado pela vibração de um ecrã, ser tão preciso em termos de localização da origem.

Se, no som, encontramos melhorias, em termos de imagem, nem tanto. Embora o processador seja o mesmo que o utilizado na Bravia XG95 testada recentemente, a Sony decidiu alterar alguns parâmetros na configuração da imagem, o que faz com que o resultado final não seja tão impressionante quanto esperaríamos, embora continue a oferecer o óptimo contraste típico dos ecrãs OLED.

Em fontes de conteúdos tradicionais, mesmo em HD, 1080p e 4K, o resultado é muito bom, mas quando adicionamos HDR à imagem, o processamento parece não estar tão afinado como esperávamos. Aqui, os modos de imagem das definições não ajudam, sendo fundamental ignorar os modos pré-definidos (em especial o Standard e Vivid) e fazer uma calibração manual da imagem.

De resto, continuamos a contar com o sistema Android TV de última geração, e com a promessa de, através de uma actualização de software, passar a ter a tecnologia AirPlay 2 da Apple, como acontece com a concorrência.


Distribuidor: Sony

Site: sony.pt

Preço: €2999


Ficha Técnica

Dimensões: 55 Polegadas
Resolução: 4K (3840 x 2160)
Ligações: 4 x HDMI, Composto, 3 x USB, Ethernet, Wi-Fi
Consumo: 132 W
Sistema operativo: Android TV

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