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LG NanoCell SM9800

O novo televisor oferece uma excelente imagem para um equipamento LCD.

Classificação

Funcionalidades9
Experiência de utilização9
Preço6

Gostámos

  • Qualidade de imagem para um LCD
  • Sistema Smart TV ainda mais evoluído

A rever

  • Preço

Ponto final

8Este novo televisor NanoCell oferece uma excelente imagem para um equipamento LCD, bom sistema de som e optimização da imagem proveniente de fontes de baixa qualidade, mas o preço não se justifica face a um OLED superior como o C9, mais barato.

Além da mudança de nome (o Super UHD passou a chamar-se NanoCell), a nova série 9 da LG está cada vez melhor, sendo indiscutivelmente a melhor televisão LCD alguma vez feita pelo fabricante coreano. Disponível com ecrãs de 55 e 65 polegadas, foi o modelo mais pequeno que recebemos para teste, e rapidamente ficámos convencidos com as melhorias significativas feitas ao sistema de escurecimento local (Full Array Local Dimming). Este conseguiu eliminar alguns dos problemas detectados nas anteriores gerações, onde ainda existiam demasiadas manchas de luz nas zonas mais escuras da imagem.

Embora o painel esteja preparado para conteúdos 4K e HDR, sendo compatível ainda as principais certificações como Dolby Vision, Advanced HDR by Technicolor e HDR10 Pro, foi a lidar com fontes de sinal SD que este televisor mais impressionou, graças ao bom desempenho do processador de imagem Alpha 7 de segunda geração.

Por se tratar de um painel do tipo IPS, não é de estranhar a excelente qualidade da imagem reproduzida, mesmo em ângulos de visualização habitualmente recomendáveis apenas em painéis OLED. Este televisor também se destacou no campo do áudio, especialmente quando activada a função AI Sound – aqui, a TV analisa o tipo de sinal de áudio a ser reproduzido, optimizando-o para recriar um efeito mais envolvente, intensificando as vozes, e melhorando os baixos, ajudados pela invulgar potência dos altifalantes de 40 W.

Em termos de software, o sistema operativo WebOS 4.5 está ainda melhor, embora mantenha a interface que conhecemos das últimas duas gerações. A abertura das aplicações está mais rápida e a plataforma ThinQ AI aparece mais bem integrada, passando agora a ser compatível, não só o Assistente Google, como a Alexa da Amazon.

A partilha de conteúdos de dispositivos móveis para o TV também é mais fácil e intuitiva, não sendo necessário um emparelhamento entre os dispositivos. O que ainda não foi possível testar foi a integração com as tecnologias AirPlay 2 e HomeKit da Apple, algo que será, brevemente, activado por meio de uma actualização de software. Infelizmente, a LG parece ter cometido um erro na atribuição do preço para este televisor, pois os 2299 euros pedidos tornam-o mais caro que o seu C9 OLED, que continua a garantir uma qualidade de imagem superior que qualquer televisor NanoCell.


Distribuidor: LG

Site: lg.com/pt

Preço: €2299


Ficha Técnica

Dimensões: 55 Polegadas
Resolução: 4K HDR (3840 x 2160)
Ligações: 4 x HDMI 2.1, Composto, 3 x USB, Ethernet Lan, Wi-Fi, Bluetooth, S/PDIF out
Consumo: 114 W
Smart TV: WebOS 4.5

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