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PCGuia > Notícias > Internet > Um em cada dez jovens com menos de 18 anos é viciado na Internet
InternetNotíciasSegurança

Um em cada dez jovens com menos de 18 anos é viciado na Internet

Luis Vedor
Publicado em 22 de Maio, 2018
Tempo de leitura: 3 min
Internet New

Um relatório elaborado pela Kaspersky Lab e pelo B2B International que revelou que, de acordo com os pais, um em cada dez (10%) jovens com menos de 18 anos é viciado na Internet.

Além do receio de que as crianças acedam a conteúdos inapropriados ou explícitos (40%) e falem com estranhos (43%), os pais estão agora preocupados com a possibilidade de as crianças não se conseguirem distanciar do mundo online.

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Uma vez que 41% dos pais acredita que as ameaças online a que os seus filhos estão expostos estão a aumentar, o tempo que passam online é um componente essencial na segurança das crianças.

Estas preocupações levaram a que 26% dos pais aplicasse restrições sobre o tempo que os seus filhos passam na Internet.

Na realidade, limitar o tempo que as crianças passam online parece não garantir a sua segurança. No entanto, a “realidade portuguesa foge um bocadinho a esta regra”.

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Enquanto a média de outros países, num período de 12 meses, é a de que 44% das crianças enfrentaram, pelo menos, uma ciberameaça, em Portugal a mesma percentagem desce para 3%; com apenas 4% a aceder a conteúdo inapropriado, comparado com uma média de 12% nos restantes países, e 3% a contactar com software malicioso ou vírus em comparação com 10% nos outros.

Apesar de, segundo o relatório elaborado pela Kaspersky Lab e pelo B2B International, os dados mostrarem que num período de 12 meses apenas 3% de crianças portuguesas estiveram expostas a, pelo menos, uma ciberameaça o apoio e educação por parte dos pais nestas matérias deve continuar a ser uma prioridade.

Quase metade dos pais portugueses (40%) fala regular e abertamente com os seus filhos sobre os perigos que estes podem encontrar online e 28% tenta supervisioná-los quando estão online, aproveitando esta oportunidade para realçar algumas ameaças que podem surgir, complementando a educação das crianças.

“Os pais querem manter os seus filhos seguros, mas não basta restringir-lhes o acesso aos conteúdos online. A educação e a comunicação têm um papel importantíssimo para garantir que as crianças utilizam a Internet de forma responsável e segura”, afirmou Dmitry Aleshin, VP de Marketing de Produto na Kaspersky Lab.

“Mas também é necessário recorrer a software que aumente as defesas dos dispositivos. Limitar o tempo online é uma parte importante do processo mas não vai funcionar por si só. A tecnologia pode ajudar a reduzir os riscos, permitindo às crianças explorar em segurança todos os aspectos positivos da Internet e desenvolver os seus conhecimentos digitais sem se preocuparem com ciberameaças”.

Via Kaspersky Lab, B2B International.

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Etiquetas:B2B InternationalestudoKaspersky LabPortugal
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