Review – Asrock Fatal1ty X99 Professional Gaming i7

Ao fim de alguns anos de ausência, eis que nos chega às mãos uma das mais recentes motherboards da Asrock....
Fatal1ty x99 professional

Ao fim de alguns anos de ausência, eis que nos chega às mãos uma das mais recentes motherboards da Asrock. A Fatal1ty X99 Professional Gaming i7, como o nome indica, é uma placa-mãe feita para construir sistemas pensados para jogar com a chancela de Johnathan Wendel, também conhecido como Fatal1ty, uma das estrelas originais do mundo dos eSports.

Esta board tem o formato ATX, foi construída à volta do chipset Intel X99 e feita para processadores com socket LGA 2011-3, ou seja, os Intel Core i7 e Xeon. A memória a utilizar terá de ser DDR4, até um máximo de 3300 MHz em overclocking. No que respeita a GPU, o utilizador pode usar até três gráficas nos outros tantos slots PCI Express 16X. É também compatível com as tecnologias SLI da Nvidia e CrossfireX da AMD, que permitem a utilização de várias gráficas em simultâneo.

O sistema de armazenagem conta com dez entradas SATA que podem ser configuradas em RAID. Existem também duas slots para SSD M.2, discos mais rápidos que os SATA tradicionais. Na parte de trás estão sete entradas USB, duas delas 2.0 e uma USB Type-C. Existem ainda duas entradas RJ-45 para ligações de rede com fios Gigabit, uma entrada OS/2, ligações para as antenas da rede sem fios e ainda as entradas de áudio analógico e digital. Junto a estas, está também um botão de reset, para quando está a fazer experiências de overclocking dos componentes e as coisas correm menos bem.

A qualidade de montagem desta motherboard não fica a dever nada à concorrência. Os dissipadores de calor, tanto do chipset, como dos reguladores de tensão do processador têm motivos alusivos a Fatl1ty e a board é toda em preto com motivos vermelhos.

Testámos a Asrock Fatal1ty X99 com um processador Intel Core i7 6700-k, acompanhado por 16 GB de memória DDR 4 Dominator Platinum a 2800 Mhz da Corsair e de um SSD Neutron XTi com 240 GB, também da Corsair. A gráfica usada foi uma MSI Nvidia GeForce GTX 980 e o sistema operativo foi o Windows 10 de 64 Bit.

Recorremos à nossa habitual bateria de testes que passam por provas de desempenho do processador, como o Cinebench, testes sintéticos como o PCMark 8 e jogos como Metro Last Light Redux. Aqui, não foi usado qualquer overclocking e, ainda assim, o desempenho registado ficou acima de todas as outras motherboards que testámos recentemente. Destacamos o desempenho da memória em que obtivemos o dobro da velocidade de qualquer outro sistema. No Cinebench também conseguimos resultados muito interessantes: mais que dobro de qualquer outra motherboard que alguma vez passou pela PCGuia.

PCMark 8 3DMark Firestrike AIDA 64 Memory Read AINDA 64 Memory Write Cinebench R11.5 CPU Metro Last Light 1920×1080 DX11, Low, AF 4X
6946 8780 63 703 71 322 24,88 110
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Sou director da PCGuia há alguns anos e gosto de tecnologia em todas as suas formas. Estou neste mundo muito por culpa da minha curiosidade quase insaciável e por ser um fã de ficção científica.
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