Review – Óculos de Realidade Virtual Smart Talk

Será 2016 o grande ano da realidade virtual? Todas as grandes marcas de tecnologia parecem apostadas em ter os seus próprios sistemas VR – Sony, Google, HTC, Samsung, Facebook...
Review - Óculos de Realidade Virtual Smart Talk

Será 2016 o grande ano da realidade virtual? Todas as grandes marcas de tecnologia parecem apostadas em ter os seus próprios sistemas VR – Sony, Google, HTC, Samsung, Facebook e Microsoft vendem ou vão vender óculos passivos ou activos, alguns deles com capacidade de integrar um smartphone para poderem ser usados com apps específicas.

No campo dos óculos passivos, ou seja, aqueles que precisam de um telemóvel para servir de ecrã, podemos usar estruturas feitas em cartão, uma vez que a tecnologia necessária ao seu funcionamento está no smartphone. É neste campo (embora em plástico e não em cartão) que cabem estes óculos da Smart Talk.

E, aqui, o conceito de ‘passivos’ é mesmo levado ao extremo, uma vez que não há nada neste gadget que sirva para interagir com o “espectáculo” que acontece diante dos nossos olhos: por exemplo, há uns modelos, mesmo em cartão, que têm uma pequena esponja que serve para tocar no ecrã e desencadear acções.

Os Smart Talk ficam, assim, apenas reservados para ver filmes ou para usar com apps que não necessitem deste tipo de interacção. Por outro lado, uma das vantagens está no facto de podermos ajustar as lentes tanto em profundidade como lateralmente, o que faz realmente a diferença e melhora a experiência de uso.

Não podemos ainda deixar passar em claro o facto de o encaixe em plástico para o smartphone (o máximo são as seis polegadas de ecrã) desligar alguns modelos ou baixar completamente o som, pois o fixador faz pressão sobre o botão on/off ou de volume. Isto acabou por influenciar de forma muito negativa os nossos testes e justifica, só por si, a uma má nota, já que se trata de uma falha gravíssima de design.

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Gadgets

Jornalista de tecnologias desde 2005, tem interesse especial por gadgets com ecrã táctil. Gosta de carros rápidos e de hotéis caros. Não tem um helicóptero porque decidiu gastar o prémio do último Euromilhões no desenvolvimento de um smartphone de marca própria.
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