Review – Sony Cyber-Shot RX100 V

Já o disse no passado e continuo a afirmar: a Sony RX100 é, como um todo, a melhor câmara compacta do mercado, embora ainda exista espaço para melhorias. ...

Já o disse no passado e continuo a afirmar: a Sony RX100 é, como um todo, a melhor câmara compacta do mercado, embora ainda exista espaço para melhorias. Face à RX100 IV, a nova RX100 V destaca-se por ter o primeiro sensor de uma polegada com sistema de focagem automática no sensor por detecção de fases, com um total de 315 pontos de focagem. Esta solução torna-a a máquina compacta mais rápida e eficaz do mercado.

E já que falo em velocidade, relembro que este sensor é capaz de captar, em modo contínuo, de imagens em resolução total (20 MP) até um máximo de 24 fps, tanto em JPEG como em RAW, e com focagem e exposição automática. Para tal, foram fundamentais, não só todas as melhorias introduzidas no novo sensor, como no próprio processador de imagem BIONZ X, sendo este último o principal responsável pelo excelente desempenho em termos de vídeo, com o suporte para gravação em resolução 4K a 30 fps ou 1080p a 120 fps.

Externamente, continua presente um corpo verdadeiramente compacto, com praticamente o mesmo desenho e dimensões das suas antecessoras, estando presente a excelente objectiva de 24-70mm (equivalente) Zeiss com abertura f/1.8 a 2.8, visor de três polegadas basculante e visor electrónico embutido de 2,36 milhões de pontos.

A bateria, a mesma das suas antecessoras, acaba por sofrer com o consumo energético do novo sensor, sendo esta bastante limitada, especialmente se desejar gravar vídeo em 4K: apenas conseguimos gravar cinco vídeos de cinco minutos (limitação da máquina, para evitar sobreaquecimento) sem precisar de trocar ou carregar a bateria.

Onde a nova RX100 V falha é na inexistência de um ecrã táctil, que permita tirar partido dos 315 pontos de focagem do novo sensor, bem como na falta de comandos adicionais que permitam regular, de forma imediata, parâmetros fundamentais, como a exposição, como acontece nas suas rivais mais directas (Canon G7X Mark II e Panasonic Lumix LX15). Contudo, isto não é o suficiente para que esta Sony perca o estatuto que mantém desde a primeira geração.

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Editor da revista PCGuia, com mais de 10 anos no mercado de publicações tecnológicas. Grande adepto de tudo o que seja tecnológico, ficção científica e quatro rodas.
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