Review – Asus MX34VQ

Continuo a ser algo reticente em relação a ecrãs curvos em televisores. Mas no que toca a monitores, até consigo encontrar certas vantagens, especialmente nos modelos de maiores dimensões,...

Continuo a ser algo reticente em relação a ecrãs curvos em televisores. Mas no que toca a monitores, até consigo encontrar certas vantagens, especialmente nos modelos de maiores dimensões, como é o caso deste novo Asus MX34VQ.

Visualmente o monitor é deslumbrante, com uma construção muito atraente, graças à reduzida moldura lateral e friso inferior a imitar metal. Os comandos são parecidos aos de equipamentos equivalentes, como os modelos da Philips e AOC que temos experimentado, com um pequeno joystick colocado ao centro do painel inferior.

Estranhamente, a Asus optou pelo uso de um ecrã do tipo VA (significativamente superior aos TN), que é mais indicado para adeptos de videojogos devido à sua elevada velocidade de refrescamento. Contudo, peca por não ser tão agradável em termos de qualidade de imagem como um ecrã IPS, embora seja capaz de manter a qualidade de imagem em elevados ângulos de visualização e um bom nível de contraste. É uma espécie de meio termo que a Asus usou para garantir um bom tempo de resposta: 4 ms.

O que é certo é que nos jogos utilizados, não sentimos qualquer tipo de arrastamento e o MX34VQ comportou-se de forma exemplar. Por ter 34 polegadas, é natural esperar uma resolução nativa WQHD (3440 x 1440).

Estão ainda presentes os diversos modos de optimização de imagem da Asus, mas recomendo que trabalhe com o monitor nos modos por defeito de fábrica, para garantir uma qualidade de imagem mais realista e não saturada, como acontece com os modos de jogo.

O ecrã tem ainda a particularidade de contar com um sistema de carregamento por indução com suporte para terminais compatíveis com o protocolo Qi, bem como um sistema de som integrado, desenvolvido em conjunto com a Harman Kardon com duas colunas de 8 W. Todavia, embora seja agradável de usar em situações menos exigentes, como ver vídeos nas redes sociais, continua a não corresponder à qualidade oferecida por um sistema de som dedicado.

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Editor da revista PCGuia, com mais de 10 anos no mercado de publicações tecnológicas. Grande adepto de tudo o que seja tecnológico, ficção científica e quatro rodas.

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