Review – Asus GeForce GTX 1050 Ti 4GB

Ao contrário do que aconteceu com a geração anterior (Arquitectura Maxwell), a actual geração Pascal da Nvidia tem vindo a ser completada a partir dos modelos de topo para...

Ao contrário do que aconteceu com a geração anterior (Arquitectura Maxwell), a actual geração Pascal da Nvidia tem vindo a ser completada a partir dos modelos de topo para os modelos de entrada, com a introdução das GeForce GTX 1050 e GTX 1050 Ti. Esta medida levou a que as placas gráficas de entrada de gama tivessem um maior espaçamento entre lançamentos, tornando-as nos modelos que mais precisavam de ser renovados.

Recorrendo a uma nova GPU que utiliza a arquitectura Pascal como base, o GP107 tira partido de dois terços das unidades de processamento da GeForce GTX 1060, com um total de 768 núcleos CUDA, 48 unidades de textura e 32 ROP. Embora utilize o mesmo processo de fabrico de 14nm, a GPU tem a particularidade de ser fabricado pela Samsung em vez da TSMC, que tem sido o fornecedor exclusivo da Nvidia desde 2003.

Esta situação poderá dever-se à insuficiência na capacidade de produção elevada de chips de 16nm, visto que a TSMC é o actual fornecedor dos SoC Apple A10 utilizados nos iPhone 7 e 7 Plus, sendo esta encomenda a prioridade do fabricante de processadores. Destinado a substituir a bem-sucedida GeForce GTX 750 Ti, a GeForce GTX 1050 Ti que recebemos da Asus tem a velocidade de referência da Nvidia, com a GPU a trabalhar a 1290 MHz (pode atingir os 1392 MHz através do modo Boost) e com 4GB de memória RAM, do tipo GDDR5, a 7000 MHz, recorrendo a um canal de comunicação com o GPU de 128 bits.

O facto de este modelo vir substituir aquela que era a placa gráfica mais desejada para os computadores de sala implica que terá de dispensar o uso de uma alimentação externa, daí a Nvidia anunciar um consumo energético máximo de 75 W, o que acaba por limitar a capacidade de overclock deste GPU.

Em termos de desempenho, esta placa revelou resultados que a colocam entre a AMD Radeon RX 460 e a Radeon RX 470, o que a torna perfeitamente utilizável para quem pretenda correr jogos em resolução FullHD 1080p, desde que não abuse das definições avançadas dos gráficos. Como vantagem terá acesso às mais recentes tecnologias oriundas da arquitectura Pascal, como suporte para reprodução de vídeos 4K, codificação e descodificação das mais recentes normas H.265 a 10 e 12 bits, entre outras.

Desempenho 3DMark FireStrike Rise of the Tomb Raider (1920×1080 DX12 High FXAA) Metro Last Light (1920×1080 Ultra 16xAA)
Asus GeForce GTX 1050 Ti 4GB 6327 51,93 fps 61,89 fps
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Editor da revista PCGuia, com mais de 10 anos no mercado de publicações tecnológicas. Grande adepto de tudo o que seja tecnológico, ficção científica e quatro rodas.
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