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Cinco previsões da IBM Security para 2018

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Em 2017, dados pessoais como o número de Segurança Social, endereços, datas de aniversário e outros, foram alvo de violações graves de privacidade.

Segundo a Gartner, a adopção de tecnologias digitais e de soluções de IoT não está apenas a proporcionar mais autonomia e eficiência às empresas e organizações – está também, por outro lado, a gerar mudanças em todos os aspectos da cibersegurança no mundo digital.

Todos estes desenvolvimentos estão a criar novas ameaças. Como resultado, a IBM Security prevê as seguintes cinco tendências para 2018:

1. IA vs. IA: 2018 assistirá a um aumento de ciberataques baseados em Inteligência Artificial (IA), uma vez que os hackers começam a usar algoritmos de machine learning para falsificar comportamentos humanos. A segurança online vai necessitar de ajustar as suas próprias ferramentas de IA para combater melhor as ameaças emergentes.

2. África emerge como o novo alvo para ciberataques: Com o aumento da adopção e utilização da tecnologia e o crescimento da economia, o continente Africano apresenta-se como o alvo preferencial de potenciais novos eventos cibernéticos com grande impacto. Em 2018, África emergirá como um novo palco para estas ameaças digitais – seja porque os ataques têm como alvo as empresas locais, ou porque será o continente de origem para muitos destes eventos.

3. Crise de identidade: Os dados dos registos roubados em 2017 serão usados numa escala nunca antes vista. A legislação para travar a utilização de dados roubados tenderá a procurar incentivar as empresas e outros organismos a reduzir o uso de identificadores como números de Segurança Social.

4. Ransomware bloqueia dispositivos IoT: O ransomware terá um papel central no bloqueio de equipamentos, desde computadores desktop a dispositivos IoT. Grandes organizações que utilizam câmaras de segurança, DVRs e sensores de IoT serão especialmente impactadas.

5. Obter a resposta certa: 2018 será o ano em que veremos as principais empresas a demonstrarem uma resposta rápida e adequada a uma violação de dados em larga escala, incluindo comunicações efectivas para informar as partes interessadas, dentro e fora do negócio, desse impacto. Por exemplo, com a implementação do Regulamento Geral de Protecção de Dados (RGPD) em Maio de 2018, as organizações que têm negócios na UE terão uma regulamentação mais rígida em relação à protecção de dados e também deverão denunciar violações de dados aos reguladores dentro de 72 horas (ou enfrentam multas acentuadas, até quatro por cento do volume de negócios anual) e potencialmente notificar o cliente também.

Via IBM.

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