Flash já tem data para morrer

A Adobe anunciou hoje que o plugin que outrora foi o rei dos conteúdos interactivos, dos primórdios do Youtube, em que era usado para codificar e reproduzir os vídeos...
Morte do Flash

A Adobe anunciou hoje que o plugin que outrora foi o rei dos conteúdos interactivos, dos primórdios do Youtube, em que era usado para codificar e reproduzir os vídeos dos utilizadores, ás enciclopédias interactivas, já tem data para ser descontinuado: o final de 2020.

A partir dessa data, a Adobe deixará de o manter e distribuir na sua versão para download e instalação manual pelo utilizador. A única coisa que fará será a manutenção dos plugins que neste momento estão incluídos em browsers como o Firefox ou Safari para Macintosh. A Adobe indicou também que terá uma postura mais agressiva quanto a terminar o suporte ao Flash antes da data limite em certas zonas do mundo onde imperam as versões piratas ou desactualizadas do programa.

Há anos que os buracos de segurança presente no Flash o tornaram o alvo predilecto dos hackers para entrar em sistemas e roubar informação ou danificar o software. Outro problema que o Flash tem desde sempre é a falta de velocidade de execução e o peso das aplicações, factores que limitaram o seu espectro de utilização a vídeo e jogos interactivos simples.

Há anos, quando Steve Jobs se negou a suportar o Flash no iPhone, houve alguma celeuma e diz-se que foi uma das razões que contribuíram para acelerar o declínio do Flash. Aliás, hoje em dia, o flash já é pouco usado, tendo sido preterido em favor de outras tecnologias mais seguras e leves como o HTML 5.

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Sou director da PCGuia há alguns anos e gosto de tecnologia em todas as suas formas. Estou neste mundo muito por culpa da minha curiosidade quase insaciável e por ser um fã de ficção científica.
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