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58% dos CEOs espera que as tecnologias cognitivas aumentem número de colaboradores em 10 funções-chave

KPMG-Global

A KPMG Internacional divulgou o 2017 Global CEO Outlook, um trabalho com base em entrevistas a cerca de 1300 CEOs de algumas das maiores empresas mundiais.

O estudo deste ano revela que 65% dos líderes empresariais encara a disrupção como uma oportunidade, e não como uma ameaça, para o seu negócio.

58% dos CEOs espera que as tecnologias cognitivas aumentem o número de colaboradores em 10 funções-chave.

Existe a expectativa de que serão necessários mais colaboradores especializados, pelo menos a curto prazo. Isto sugere que a experiência do cliente, mais do que a redução de custos, é tida como o principal motor para a aplicação de tecnologias cognitivas.

Os CEOs esperam que os quadros de pessoal continuem a crescer, mas num ritmo mais lento que o esperado em 2016, quando 73% acreditava que o seu número de colaboradores iria aumentar mais de 6% em três anos. Este ano, 47% espera este nível de crescimento.

A cibersegurança – classificada em 2016 como o maior risco – surge este ano em 5º lugar, reflectindo a opinião dos CEOs sobre o progresso das empresas na gestão do risco informático. Hoje, 4 em 10 (42%) diz-se preparado para um acontecimento informático, um aumento face aos 25% registados em 2016.

Uma das mudanças mais marcantes deste ano está no aumento do número de CEOs que classificam o risco reputacional como uma preocupação prioritária.

Este é agora o terceiro risco mais importante (de um total de 16), um aspecto que em 2016 não figurava no Top 10. Os líderes consideram ainda que o risco reputacional tem o segundo maior potencial de impacto na performance dos próximos três anos, uma mudança face a 2016, onde esta preocupação ocupou a 7ª de 10 posições.

À luz de um ambiente corporativo cada vez mais transparente, três quartos dos CEOs (74%) diz que a sua organização confere agora mais importância à confiança, aos valores e à cultura, como forma de reforçar a sustentabilidade a longo prazo.

Mais de 7 em 10 (72%) relaciona a empatia que a organização granjeia com a sua performance. As empresas cada vez mais reconhecem que a construção de uma imagem de confiança está alinhada com os seus objectivos de negócio.

Via KPMG.

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