Portugueses são os que mais actualizam apps

O digital clutter está a aumentar devido a uma utilização excessiva das aplicações e aos progressos na capacidade de armazenamento dos dispositivos, mas a fraca manutenção destas aplicações deixa...
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O digital clutter está a aumentar devido a uma utilização excessiva das aplicações e aos progressos na capacidade de armazenamento dos dispositivos, mas a fraca manutenção destas aplicações deixa os dispositivos vulneráveis a ameaças de segurança.

Um novo relatório elaborado pela Kaspersky Lab, ‘Digital Clutter e os seus perigos’, mostra o problema do digital clutter entre os utilizadores de Internet mundialmente e revela que Portugal está relativamente saudável a este nível.

O estudo revela que 62,5 % dos portugueses admite actualizar as suas apps e sistemas operativos de acordo com as recomendações do utilizador. Entre os países analisados, Portugal ocupa o primeiro lugar nos cuidados a este nível.

A nível global, há uma tendência para se acumular apps nos smartphones ainda que muitas vezes não sejam necessárias. Entre os inquiridos, os utilizadores instalam 12 apps Android cada mês e apenas apagam 10. Em Portugal, esse número cresce para 18 apps instaladas por mês – em smartphone ou tablet.

Com mais aplicações instaladas nos dispositivos, o volume de armazenagem fica condicionado e a gestão das mesmas é bastante importante no sentido de prevenir o digital clutter. Além disso, a Kaspersky Lab descobriu que apenas 54,4% dos utilizadores portugueses revê com regularidade os conteúdos que tem no seu dispositivo e apaga documentos e aplicações que já não utiliza.

O aumento do digital clutter significa que a limpeza e a actualização das aplicações são agora mais importantes do que nunca para o combate ao malware que se aproveita das vulnerabilidades das aplicações para entrar nos dispositivos. Embora o inquérito identifique que num quarto dos casos (28%) os utilizadores façam a actualização das suas aplicações apenas quando são obrigados, e 10% admita não as fazer de todo, os portugueses estão abaixo da média (só 3,3%).

As definições das aplicações dão aos utilizadores um grau de controlo sobre a que é que estas podem aceder e ao tipo de interactividade que podem ter com o dispositivo. Contudo, o inquérito mostrou que apenas 40,1% dos utilizadores portugueses ajustam intencionalmente as definições de cada uma das aplicações que têm instaladas nos seus dispositivos – ainda assim, o único país que tem uma percentagem superior à de Portugal é o Brasil (40,7%).

Por outro lado, apenas 27,8% dos utilizadores portugueses afirmam recusar instalar aplicações no caso de não estarem satisfeitos com o conteúdo das licenças.

Via Kaspersky Lab.

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