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Vodafone responde à Autoridade da Concorrência sobre remédios à fusão Zon/Optimus

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A Vodafone Portugal respondeu à Autoridade da Concorrência relativamente aos compromissos propostos à operação de concentração Zon/Optimus: «Os compromissos não reflectem qualquer preocupação relativamente ao impacto que esta operação de concentração pode provocar noutros mercados, em particular na área dos conteúdos».

Apesar de reconhecer que alguns dos remédios (alterações de fundo ao negócio) apresentados têm como objectivo salvaguardar a «sã concorrência e o bom funcionamento do sector das telecomunicações», a Vodafone está contra alguns pressupostos.

Em concreto, a operadora conclui que os compromissos feitos entre Zon e Optimus «não reflectem qualquer preocupação relativamente ao impacto que esta operação de concentração pode provocar noutros mercados, em particular na área dos conteúdos».

Dado que Zon e Optimus, com a fusão, vão reforçar a sua posição no mercado, a Vodafone deixou bem claro na sua resposta à AC que há uma necessidade de «serem fixadas obrigações de monitorização de todos os contratos relativos ao mercado de conteúdos».

A Vodafone avisa que estes contratos têm de ser totalmente transparentes no que se refere a conteúdos premium desportivos e cinematográficos. Só assim se consegue assegurar, de imediato, «condições de maior concorrência em todos os mercados relevantes de conteúdos», refere a Vodafone

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Ricardo Durand
Jornalista de tecnologias desde 2005, tem interesse especial por gadgets com ecrã táctil. Gosta de carros rápidos e de hotéis caros. Não tem um helicóptero porque decidiu gastar o prémio do último Euromilhões no desenvolvimento de um smartphone de marca própria.
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