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Nvidia apresenta a GTX 1080, a placa gráfica mais poderosa da actualidade
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Nvidia apresenta a GTX 1080, a placa gráfica mais poderosa da actualidade

por Pedro Tróia7 Maio, 2016

A Nvidia apresentou ontem a sua placa gráfica topo de gama de nova geração, baseada na arquitectura Pascal, denominada GeForce GTX 1080.

Segundo a Nvidia, a nova placa, que custará nos EUA cerca de 599 dólares, cerca de 525 euros, é mais rápida que a Titan X, o modelo que ocupa o topo de gama actualmente e que custa cerca de 1000 dólares: Ainda segundo dados do fabricante, uma única placa 1080 até consegue ser mais rápida que duas GTX 980 a funcionar em SLI. E, graças ao emprego de um processo de fabrico de 16nm e de transístores 3D FinFET, a 1080 oferece também uma maior eficiência energética que as antecessoras.

Na apresentação do novo GPU, Jen-Hsun Huang, o CEO da Nvidia, afirmou que o desenvolvimento do GPU que faz funcionar esta placa foi “o maior esforço de desenvolvimento de um processador de sempre na história da humanidade” e que “custou quase tanto dinheiro como a montagem de uma missão tripulada a Marte”.

Embora as especificações indiquem que o GPU funciona a uma velocidade máxima de 1733 MHz, numa das demonstrações feitas por Huang, a GTX 1080 estava a funcionar a 2100 MHz e a memória a 5500 MHz.

A Nvidia GTX 1080 vai chegar às lojas a partir de 27 de Maio, mas ainda não há indicação de preço e disponibilidade em Portugal.

Características técnicas principais:

Número de núcleos CUDA2560
Velocidade base (MHz)1607
Velocidade máxima (MHz)1733
Velocidade da memória10Gbps
Memória padrão8GB GDDR5X
Capacidade da interface da memória256 bit
Largura de banda da memória (GB/seg)320
Resolução máxima suportada7680X4320 a 60Hz
Ligações padrãoDisplayPort 1.4, HDMI 2.0b, DL-DVI
HDCP2.2
Temperatura máxima de funcionamento94 graus
Potencia máxima180W
Fonte de alimentação recomendada500W

Mais informações aqui.

Acerca do autor
Pedro Tróia
Sou director da PCGuia há alguns anos e gosto de tecnologia em todas as suas formas. Estou neste mundo muito por culpa da minha curiosidade quase insaciável e por ser um fã de ficção científica.