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Kubo 9.7
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Kubo 9.7

por 3 Junho, 2015
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Construção | Desempenho

A rever

Contras | Posicionamento das entradas

Avaliação
A nossa nota
Medições
2.0
Experiência de utilização
3.0
Preço/Qualidade
2.0
Se tem pressa

O Kubo é uma proposta muito interessante para quem quer ter um tablet que faça um pouco de tudo, mas sem fazer um rombo no orçamento.

7.0
A nossa nota
Já deu uma nota a isto

O mercado dos tablets de baixo custo está ao rubro. A entrada de fabricantes como a BQ que conseguem colocar no mercado produtos de boa qualidade a preços mais em conta que os praticados por grandes nomes como a Samsung democratizou o consumo deste tipo de dispositivos.

A Worten não podia deixar passar esta oportunidade e lançou um tablet de marca própria chamado Kubo.

O Kubo tem um ecrã LCD IPS Ultra de 9,7 polegadas com 2048×1536 pixels de resolução. O processador é um Intel Atom Z3735F com quatro núcleos, que funciona a uma velocidade máxima de 1,83 GHz. Os gráficos estão a cargo de um GPU Intel HD Graphics Gen7LP.

Tem 2 GB de memória RAM e 32 GB de memória flash para armazenamento, que pode ser expandida, através de cartões de memória MicroSD, até 64 GB.

As câmaras frontal e traseira oferecem 2 e 5 megapíxeis respectivamente.

No que respeita a ligações, o Kubo tem uma entrada MicroUSB, uma entrada MicroHDMI e um jack de 3,5 mm para ligar auscultadores todas concentradas na mesma zona, o que se pode tornar confuso para os utilizadores menos experientes a identificar as várias entradas. Por falar em ligações, o Kubo pode ainda ser aceder a redes Wi-Fi 802.11 b/g/n e a dispositivos externos através de Bluetooth 4.0.

O sistema operativo é o Microsoft Windows 8.1.

O tablet da Worten tem uma construção surpreendentemente boa em relação ao plástico que reina em grande parte das ofertas nesta gama de preços. Transmite uma impressão de solidez e a textura é agradável ao toque.

A espessura está ao nível do iPad 2, quanto ao peso, 494 g, é mais leve que o termo de comparação que estamos a usar, no entanto não lhe fazia mal nenhum ser um pouco mais leve.

A parte de trás tem um acabamento em alumínio, todas as entradas estão colocadas na parte de cima do dispositivo, à direita estão os botões para ligar e desligar e do volume.

Apesar do painel LCD não estar colado ao vidro como acontece noutros tablets, a nitidez da imagem é boa e as cores são ricas mas não muito saturadas.

No que respeita a desempenho, o Kubo obteve 979 pontos no “teste doméstico” do PCMark 8, que simula o padrão de utilização deste tipo de hardware: navegação na Internet, escrita, edição de imagem e jogo.

O desempenho é bom para um hardware desta gama, mas os 2 GB de RAM limitam um pouco a velocidade porque o sistema não consegue ter muitos dados em memória para processar. A gráfica serve bem para ver vídeos, fazer videochamadas e usar jogos pouco complexos.

A experiência geral de utilização é agradável.

Uma palavra para o espaço de armazenagem, os 32 GB não estão disponíveis para os ficheiros do utilizador visto que este espaço também serve para guardar o sistema operativo.

Segundo o teste de bateria do PCMark 8, o Kubo consegue funcionar 5h 48m horas até necessitar de ser carregado, fazendo o mesmo conjunto de tarefas que usámos para teste do desempenho. A rede sem fios e o sistema Bluetooth estiveram ligados durante o teste. Este valor fica a mais de metade do conseguido pelo iPad Air de última geração.

Uma última nota vai para o software oferecido para além do Windows, incluído com o Kubo vêm 3 meses de assinatura do jornal Público, 10 e-books da Leya, uma licença de Office 356 para uma única máquina válida por um ano e 1 TB de espaço de armazenagem no serviço OneDrive da Microsoft.

O Kubo é uma proposta muito interessante para quem quer ter um tablet que faça um pouco de tudo, mas sem fazer um rombo no orçamento.

 

 

Ao pormenor
Distribuidor

Worten

PVP Recomendado

€199,99

Acerca do autor
Pedro Tróia
Sou director da PCGuia há alguns anos e gosto de tecnologia em todas as suas formas. Estou neste mundo muito por culpa da minha curiosidade quase insaciável e por ser um fã de ficção científica.